Desde muito novinha que eu fantasio muito, à respeito de tudo. Sempre idealizei muito as coisas. Isso em alguns momentos é uma qualidade pois, ao passo que idealizo, vou planejando, criando planilhas, ideias... pois é, minha idealização é um pouquinho racional, apesar de romântica rsrsrs. Mas, muitas vezes ela é minha vilã. Faz com que eu sonhe demais e aí já sabe né, quanto mais alto o voo, maior o tombo. É muito chato ficar idealizando cada detalhezinho de tudo quanto é coisa, por mais boba que pareça, e depois amargar uma frustração ou decepção porque aquilo não se realizou.
É claro que esse meu "aplicativo" já me trouxe muitos benefícios. Por causa dos meus sonhos desvairados de adolescente, que jurava que iria sair de casa aos 18 anos, foi que eu consegui essa façanha. Sonhei sim, mas também tracei metas, poupei grana, entrei na universidade, arrumei um estágio e ufa, arrumei meu cantinho. Foi maravilhoso ver todos aqueles planos de anos sair do papel. Eram planos minuciosos com planilhas determinando cada item que eu iria comprar para a casa nova: de talheres e vasilhas aos móveis e eletrodomésticos. Até hoje me delicio e me orgulho disso, e sou grata a Deus e à minha determinação por essa conquista tão importante e tão desejada.
O problema é que, quando o assunto é ser mãe, a idealização também existe e vai longe, muito longe. Acho que, automaticamente, após a minha "grande conquista" de adquirir minha independência eu já pensei no "próximo passo" que, na minha cabecinha, é a maternidade. Só que, nessa idealização materna o nível de razão é bem menor e o nível de "viagem na maionese" beeeem maior. Sonho desde 2008 com todo esse mundo materno e, é bem difícil para um pessoa (infelizmente) ansiosa e imediatista como eu manter um sonho como este apenas no papel e na mente por tantos anos. É doloroso e frustante ver que todo o "aparato" de que eu preciso para receber meu rebento parece nunca ficar pronto! Tal estrutura engloba um salário melhor (principalmente para o marido), terminar a facul e encontrar um apê maior pois o nosso atual é super minúsculo (eu já nem ligo mais que seja um apê alugado sabe, as coisas andam tão caras e burocráticas que, seu for esperar ter casa própria para ser mãe, vou parir com uns 50 anos! rs).
Mas porque toda essa "preparação" me dói, me fere, me é tão sofrida? Eu descobri a resposta depois de tanto "bater cabeça" por aí. Esperar é doloroso porque, para mim, essa espera não se justifica. Eu não acredito no poder e na eficácia disso, sabe? Se eu acreditasse piamente que esperar ter uma super renda mensal, estar com carro na garagem e apê espaçoso fossem parâmetros para garantir uma vida feliz em família, eu esperaria com tranquilidade porque eu estaria fazendo algo com o que concordo! Porém, eu não sou assim! Eu sou mais sensibilidade e instinto! Portanto, por mais que eu tente, eu nunca vou conseguir mudar o fato de que, para mim, o que eu preciso para ser mãe é o que eu já tenho dentro de mim e não o que o nosso mundo capitalista dita!!! No meu íntimo isso grita e é mais forte que eu. Grita me dizendo que o que eu preciso dar ao meu filho é amor, carinho, proteção, verdade, leite, pele, calor, compreensão! Sei que parece loucura mas, dinheiro, status, empregão, carrão, ficam em últimos lugares na minha lista, se é que entram nela!
Sei que vivemos em sociedade e num sistema capitalista e que muitas coisas importantes custam dinheiro. Sei que conforto e qualidade de vida, mesmo que do nível mais básico, também custam dinheiro. Educação, saúde, lazer e etc, custam (e às vezes, MUITO) dinheiro! Mas é irracional, é emoção pura esse meu desejo latente de ser mãe. Talvez tenha um ponta de participação das minhas facetas imediatista e ansiosa, sim. Mas é dureza viver com isso, parece que me falta um pedaço que nunca foi meu. Parece que sinto falta de um membro que nunca tive. E é a esse meu futuro(a) filho(a) que dedico um trecho de uma música do Renato Russo que não poderia definir melhor o que é essa espera toda para mim:
"E é só você que tem a cura do meu vício de insistir nessa saudade que eu sinto de tudo que eu ainda não vi." Índios - Legião Urbana.
Beijocas
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Plantão extraordinário
Não poderia deixar de passar aqui para registrar minha imensa alegria pelos últimos acontecimentos da minha vida. Na quinta-feira, logo após aquele post reclamão, eu recebi uma ligação com uma notícia muito boa!!! Meu amore, meu maridex lindo fora aprovado em uma das seleções de trabalho!!! É temporário, só até o fim do ano, mas é uma notícia maravilhosa pois paga muito bem, mais que o dobro da miséria que ele recebe atualmente! Portanto, temos esse ano inteirinho para nos organizar e fazer um pé de meia. Já decidimos que não vamos aloprar e sair gastando aos tubos com besteiras só porque a renda aumentou. Vamos manter nosso atual padrão de vida e ir colocando esse "extra" na poupança. Até o final do ano, teremos uma quantia razoável para nos dar uma certa segurança para emergências e para o enxoval do nosso futuro rebento!
No decorrer do ano ele vai fazer diversas provas para os concursos que forem aparecendo e vai se candidatar à vagas no setor privado também, é claro. Ao término desse trabalho temporário, ele já estará formado e daí as chances de conseguir uma oportunidade boa e com bom salário, são maiores!
Ai fiquei tão feliz e agradeci tanto a Deus por me mostrar que, no tempo certo, as coisas vão entrando nos eixos. Pedi perdão por ter sido tão impaciente e resmungona ao invés de dar valor ao que tinha naquele momento e tendo fé de que o futuro traria bons frutos, afinal, estamos trabalhando duro no cultivo!
Sobre a minha "novela" do estágio supervisionado, na quinta-feira mesmo eu consegui falar com a prof. e cheguei a achar que essa saga estava perto do fim. Mas parece que me enganei mais uma vez. O tal e-mail que ele prometeu me passar não veio até hoje. Pelo menos eu já sei a quem recorrer lá dentro da universidade no caso dela não me dar nenhum retorno até quarta-feira (prazo que ela havia dado para estar tudo resolvido). Mas, à exemplo do caso do meu maridex, não vou desistir muito menos desanimar pois tenho que ter fé (e correr atrás também né, porque esperar sentada não vai resolver meeeesmo rs).
Enfim, as grandes novidades são somente essas mesmo. Ontem fui à praia com meu amore e minha irmã e foi bem legal. Fez um tempo gostoso e a água estava deliciosamente gelada. Nosso esquema de praia é um pouco diferente. Como não gostamos de tumulto, a gente sai de casa bem cedo, tipo antes das oito da manhã, pega o ônibus vazio (maravilha! coisa impossível depois das 10h) e chega na praia bem tranquilamente, com espaço de sobra da areia, pra escolher e se esticar à vontade. Daí, quando vai dando umas onze horas, o caos começa a querer se instalar rsrs. Começa a chegar muuuuuuuuuuiiiita gente na praia, começa a ficar muito apertado, tanto na areia quanto na água! Então, antes do meio-dia a gente já está levantando acampamento, afinal, já curtimos quase 4 horas de praia, para mim é mais do que suficiente. Nunca curti passar praticamente o dia inteiro na praia, tipo oito, dez horas seguidas, e só ir embora com o sol já indo embora e a noite nos "expulsando". Gosto de chegar na tranquilidade, ficar bem acomodada, pegar o horário do "sol saudável" e aproveito muuuuuuuuito desse jeito. Acho que quando eu tiver filhos não terei nenhuma dificuldade, pois esse esquema mais light de praia é ideal para os pequenos!
Enfim, isso é tudo.
Beijosssssss
No decorrer do ano ele vai fazer diversas provas para os concursos que forem aparecendo e vai se candidatar à vagas no setor privado também, é claro. Ao término desse trabalho temporário, ele já estará formado e daí as chances de conseguir uma oportunidade boa e com bom salário, são maiores!
Ai fiquei tão feliz e agradeci tanto a Deus por me mostrar que, no tempo certo, as coisas vão entrando nos eixos. Pedi perdão por ter sido tão impaciente e resmungona ao invés de dar valor ao que tinha naquele momento e tendo fé de que o futuro traria bons frutos, afinal, estamos trabalhando duro no cultivo!
Sobre a minha "novela" do estágio supervisionado, na quinta-feira mesmo eu consegui falar com a prof. e cheguei a achar que essa saga estava perto do fim. Mas parece que me enganei mais uma vez. O tal e-mail que ele prometeu me passar não veio até hoje. Pelo menos eu já sei a quem recorrer lá dentro da universidade no caso dela não me dar nenhum retorno até quarta-feira (prazo que ela havia dado para estar tudo resolvido). Mas, à exemplo do caso do meu maridex, não vou desistir muito menos desanimar pois tenho que ter fé (e correr atrás também né, porque esperar sentada não vai resolver meeeesmo rs).
Enfim, as grandes novidades são somente essas mesmo. Ontem fui à praia com meu amore e minha irmã e foi bem legal. Fez um tempo gostoso e a água estava deliciosamente gelada. Nosso esquema de praia é um pouco diferente. Como não gostamos de tumulto, a gente sai de casa bem cedo, tipo antes das oito da manhã, pega o ônibus vazio (maravilha! coisa impossível depois das 10h) e chega na praia bem tranquilamente, com espaço de sobra da areia, pra escolher e se esticar à vontade. Daí, quando vai dando umas onze horas, o caos começa a querer se instalar rsrs. Começa a chegar muuuuuuuuuuiiiita gente na praia, começa a ficar muito apertado, tanto na areia quanto na água! Então, antes do meio-dia a gente já está levantando acampamento, afinal, já curtimos quase 4 horas de praia, para mim é mais do que suficiente. Nunca curti passar praticamente o dia inteiro na praia, tipo oito, dez horas seguidas, e só ir embora com o sol já indo embora e a noite nos "expulsando". Gosto de chegar na tranquilidade, ficar bem acomodada, pegar o horário do "sol saudável" e aproveito muuuuuuuuito desse jeito. Acho que quando eu tiver filhos não terei nenhuma dificuldade, pois esse esquema mais light de praia é ideal para os pequenos!
Enfim, isso é tudo.
Beijosssssss
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Tirando a poeira
Pois é, como em quase tudo que eu começo, passado o período de novidade, vai ficando um pouquinho abandonado. E com o blog não seria diferente! Mas eu prefiro que seja assim. Prefiro vir até aqui para postar quando realmente estiver afim, quando realmente tiver algo pra falar... Meu objetivo não é atrair leitores, nem fazer disso uma fonte de renda. Portanto, não tenho nenhum compromisso com a regularidade das postagens.
Está tudo mais ou menos na mesma. Estou chateada com o negócio do estágio supervisionado porque não consigo começar a estagiar porque a cretina da coordenadora de estágio lá da faculdade está me enrolando! Ela precisa me passar um raio de um número de seguro que todo aluno tem por lei. Sem esse número, a instituição aonde irei estagiar não redige o termo de compromisso (contrato) e, sem isso, não posso começar o estágio! Aff... é muita burrocracia sabe... O raio da instituição também nem pra facilitar, quase nenhuma empresa pede esse número para incluir no contrato, é muito raro isso. E justo eles, justo na minha situação desesperadora, eu fui arrumar um estágio aonde precisa do número do seguro! Affffff!!! E a vaca da mulher não responde aos meus e-mails! Já mandei três e-mails, já falei com ela pessoalmente na 2ª feira e ela teve o descaramento de me dizer que ia mandar no dia seguinte (terça-feira). Cadê? Estou esperando até hoje! E o pior, HOJE essa mulher entra de férias! Ou seja, se ela não me responde HOJE, eu vou ficar sem estágio, porque esperar até fevereiro não dá! Não vou conseguir cumprir as 60 horas só em duas semanas! Ai meu pai amado, tá difícil sabe, eu to tentando, mas tá muuuuuuito difícil...
Tirando esse "detalhe", está tudo ótimo. Aqui no meu trabalho está tudo tranquilo, estou conseguindo executar minhas atividades direitinho, organizei um esquema de trabalho e não estou mais deixando acumular serviço, está tudo em ordem! Estou muito feliz pois estou tendo um entrosamento maior com a equipe. Quem não me conhece pode achar isso estranho, mas é que sou muito tímida sabe, as vezes até meio "antissocial" (no bom sentido, é que sou muito fechada), e só agora, com quase 4 anos de empresa é que estou me sentindo mais à vontade sabe, estou "em casa" (dentro dos limites que um ambiente de trabalho permite, é claro! rs). E está sendo muito bacana pois está havendo um reconhecimento sabe, o pessoal cada vez mais demonstra o quanto eles precisam (e não dependem) de mim, do meu serviço, do meu conhecimento para apoiar as atividades deles. Ainda mais agora, com um certo tempo de empresa, eu já estou mais ágil né, já conheço melhor o funcionamento das coisas aqui, o que só ajuda! Ai, eu adoro essa área de secretariado sabe, acho que está relacionado ao meu lado maternal também, de gostar de cuidar das coisas, das pessoas, organizar tudo, sabe... eu acho muito legal! Pretendo buscar especializações nessa área...
No sábado passado retornei ao curso de inglês, após o recesso de fim de ano. Foi legalzinho, continuo um pouco desestimulada porque as turmas são muito fraquinhas. Eu gosto do método, gosto dos professores, mas, eu não sei porque, os alunos acabam me prejudicando... Estou falando numa boa, não estou querendo me gabar nem desmerecer ninguém mas, toda vez que estamos sozinhos, só eu e o professor, a aula é maravilhosa, ele segue no meu ritmo, geralmente terminamos o conteúdo antes do tempo e depois ficamos só conversando para praticar. Mas quando tem outros alunos, a aula segue lenta, eles não entendem 90% do que o professor fala, tudo tem que repetir umas 50 vezes, a pronúncia na maioria das vezes é terrível, enfim, é desgastante pra mim pois acabo tendo que seguir num ritmo de tartaruga enquanto já posso correr feito lebre. A questão é que não preciso mudar de nível, as coisas que estou vendo no nível atual realmente são novidade para mim e também acabo adquirindo muito vocabulário, o que é excelente, o problema é que pego o conteúdo muito rápido, muito rápido mesmo, daí tenho que ficar lá na linha de chegada esperando o resto da turma. Mesmo eu mudando para um horário bem "vazio", para aumentar as chances de ficar só eu e o professor, sempre aparecem pessoas que não são daquele horário, querendo repor aulas que perderam. Aí fica complicado sabe. Mas vou ter um pouquinho mais de paciência para ver se melhora.
Enfim, ficar muito tempo sem escrever dá nisso, quando ponho a mão no teclado, vira um testamento! rsrs Vou parar por aqui senão vira um inquérito policial de 200 páginas kkkkk
Beijos
Está tudo mais ou menos na mesma. Estou chateada com o negócio do estágio supervisionado porque não consigo começar a estagiar porque a cretina da coordenadora de estágio lá da faculdade está me enrolando! Ela precisa me passar um raio de um número de seguro que todo aluno tem por lei. Sem esse número, a instituição aonde irei estagiar não redige o termo de compromisso (contrato) e, sem isso, não posso começar o estágio! Aff... é muita burrocracia sabe... O raio da instituição também nem pra facilitar, quase nenhuma empresa pede esse número para incluir no contrato, é muito raro isso. E justo eles, justo na minha situação desesperadora, eu fui arrumar um estágio aonde precisa do número do seguro! Affffff!!! E a vaca da mulher não responde aos meus e-mails! Já mandei três e-mails, já falei com ela pessoalmente na 2ª feira e ela teve o descaramento de me dizer que ia mandar no dia seguinte (terça-feira). Cadê? Estou esperando até hoje! E o pior, HOJE essa mulher entra de férias! Ou seja, se ela não me responde HOJE, eu vou ficar sem estágio, porque esperar até fevereiro não dá! Não vou conseguir cumprir as 60 horas só em duas semanas! Ai meu pai amado, tá difícil sabe, eu to tentando, mas tá muuuuuuito difícil...
Tirando esse "detalhe", está tudo ótimo. Aqui no meu trabalho está tudo tranquilo, estou conseguindo executar minhas atividades direitinho, organizei um esquema de trabalho e não estou mais deixando acumular serviço, está tudo em ordem! Estou muito feliz pois estou tendo um entrosamento maior com a equipe. Quem não me conhece pode achar isso estranho, mas é que sou muito tímida sabe, as vezes até meio "antissocial" (no bom sentido, é que sou muito fechada), e só agora, com quase 4 anos de empresa é que estou me sentindo mais à vontade sabe, estou "em casa" (dentro dos limites que um ambiente de trabalho permite, é claro! rs). E está sendo muito bacana pois está havendo um reconhecimento sabe, o pessoal cada vez mais demonstra o quanto eles precisam (e não dependem) de mim, do meu serviço, do meu conhecimento para apoiar as atividades deles. Ainda mais agora, com um certo tempo de empresa, eu já estou mais ágil né, já conheço melhor o funcionamento das coisas aqui, o que só ajuda! Ai, eu adoro essa área de secretariado sabe, acho que está relacionado ao meu lado maternal também, de gostar de cuidar das coisas, das pessoas, organizar tudo, sabe... eu acho muito legal! Pretendo buscar especializações nessa área...
No sábado passado retornei ao curso de inglês, após o recesso de fim de ano. Foi legalzinho, continuo um pouco desestimulada porque as turmas são muito fraquinhas. Eu gosto do método, gosto dos professores, mas, eu não sei porque, os alunos acabam me prejudicando... Estou falando numa boa, não estou querendo me gabar nem desmerecer ninguém mas, toda vez que estamos sozinhos, só eu e o professor, a aula é maravilhosa, ele segue no meu ritmo, geralmente terminamos o conteúdo antes do tempo e depois ficamos só conversando para praticar. Mas quando tem outros alunos, a aula segue lenta, eles não entendem 90% do que o professor fala, tudo tem que repetir umas 50 vezes, a pronúncia na maioria das vezes é terrível, enfim, é desgastante pra mim pois acabo tendo que seguir num ritmo de tartaruga enquanto já posso correr feito lebre. A questão é que não preciso mudar de nível, as coisas que estou vendo no nível atual realmente são novidade para mim e também acabo adquirindo muito vocabulário, o que é excelente, o problema é que pego o conteúdo muito rápido, muito rápido mesmo, daí tenho que ficar lá na linha de chegada esperando o resto da turma. Mesmo eu mudando para um horário bem "vazio", para aumentar as chances de ficar só eu e o professor, sempre aparecem pessoas que não são daquele horário, querendo repor aulas que perderam. Aí fica complicado sabe. Mas vou ter um pouquinho mais de paciência para ver se melhora.
Enfim, ficar muito tempo sem escrever dá nisso, quando ponho a mão no teclado, vira um testamento! rsrs Vou parar por aqui senão vira um inquérito policial de 200 páginas kkkkk
Beijos
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
A terapia
E na quarta-feira eu estava tão empolgada com a consulta à gineco-obstetra, que acabei nem contando como foi a consulta de retorno à psicóloga, na terça-feira.
Foi legal. Me acalmou um pouco mais, me deu um pouco mais de leveza pois desabafar é sempre bom. Mas não é aquela mágica sabe. Já tem uns dois anos que estou nessa terapia e sei que tive progressos nesse período. Mas não é nada muito claro, sabe. Não visualizo "eu estava no ponto X, agora, por conta da terapia, estou no ponto Y". Mas acredito que, no desenrolar desses últimos dois anos, os caminhos que percorri foram menos tortuosos com a ajuda dessas sessões.
Falamos um bocado sobre filhos, relacionamento, trabalho, entre outros. Contei à ela como a "obsessão gravídica" andou me perturbando um pouco mais que o normal nesse fim de ano. Não sei exatamente o porque. E também como estou desanimada com esse ano de 2012 só de pensar o turbilhão de coisas que terei de enfrentar no que diz respeito à faculdade. Serão 300 horas de estágio supervisionado (além das 8 diárias que já trabalho por dia!), 4 disciplinas pra cursar à noite e mais a monografia, que nem comecei a escrever =/
Sobre o estágio, eu até já consegui um. Obviamente, não remunerado. Precisarei fazer umas 16 horas horas semanais para conseguir vencer as 300 horas até junho. Para tal, terei que sair todos os dias mais cedo do trabalho e compensar esse tempo com férias. Aff, morro de raiva quando penso que, por culpa daquela faculdade cretina, eu desperdiçarei minhas férias assim, com trabalho escravo. Digo isso porque, já faz algum tempo, eu descobri que não gostava da faculdade nem do curso que estava fazendo. O problema é que meu sustento (trabalho) dependia dessa faculdade, então, resolvi continuar tomando esse remédio amargo, já que me mantinha de pé. Mas tá difícil sabe. Por conta do trabalho, tive que diminuir o ritmo da faculdade e, num curso de 4 anos de duração, já estou indo pro 6º. Cara, ficar seis anos num curso que você detesta, é uma torturaaaa. A única coisa que me dá um pouco de ânimo é saber que, agora sim, de verdade, estou na reta final. Tudo bem, é uma reta bem difícil, mas é a maldita reta final, onde já consigo ver a linha de chegada rsrsrs.
Enfim, é correr atrás disso tudo e torcer pra 2012 passar muuuuuuiiiito rápido, de forma que eu nem sinta essa super dose do remédio amargo que venho tomando há tantos anos rsrs. Depois todo esse "tratamento" acaba e estarei "curada", é só correr pro abraço hehehehe
Provavelmente na semana que vem já começarei o estágio lá na instituição que me acolheu (pra trabalhar de graça né, quem não quer?! rs)
É tanta coisa que até fico zonza. Amanhã recomeço as aulas de inglês. E, com esse ritmo louco de trabalho, estágio + faculdade (isso cabe num dia de 24 horas?!), nem sei se vai dar pra continuar com a psicóloga. O pior é que eu gosto, me faz bem e nesse período enlouquecedor, seria de grande valia. Vou conversar com ela e ver como isso fica...
Bom final de semana a todos
Foi legal. Me acalmou um pouco mais, me deu um pouco mais de leveza pois desabafar é sempre bom. Mas não é aquela mágica sabe. Já tem uns dois anos que estou nessa terapia e sei que tive progressos nesse período. Mas não é nada muito claro, sabe. Não visualizo "eu estava no ponto X, agora, por conta da terapia, estou no ponto Y". Mas acredito que, no desenrolar desses últimos dois anos, os caminhos que percorri foram menos tortuosos com a ajuda dessas sessões.
Falamos um bocado sobre filhos, relacionamento, trabalho, entre outros. Contei à ela como a "obsessão gravídica" andou me perturbando um pouco mais que o normal nesse fim de ano. Não sei exatamente o porque. E também como estou desanimada com esse ano de 2012 só de pensar o turbilhão de coisas que terei de enfrentar no que diz respeito à faculdade. Serão 300 horas de estágio supervisionado (além das 8 diárias que já trabalho por dia!), 4 disciplinas pra cursar à noite e mais a monografia, que nem comecei a escrever =/
Sobre o estágio, eu até já consegui um. Obviamente, não remunerado. Precisarei fazer umas 16 horas horas semanais para conseguir vencer as 300 horas até junho. Para tal, terei que sair todos os dias mais cedo do trabalho e compensar esse tempo com férias. Aff, morro de raiva quando penso que, por culpa daquela faculdade cretina, eu desperdiçarei minhas férias assim, com trabalho escravo. Digo isso porque, já faz algum tempo, eu descobri que não gostava da faculdade nem do curso que estava fazendo. O problema é que meu sustento (trabalho) dependia dessa faculdade, então, resolvi continuar tomando esse remédio amargo, já que me mantinha de pé. Mas tá difícil sabe. Por conta do trabalho, tive que diminuir o ritmo da faculdade e, num curso de 4 anos de duração, já estou indo pro 6º. Cara, ficar seis anos num curso que você detesta, é uma torturaaaa. A única coisa que me dá um pouco de ânimo é saber que, agora sim, de verdade, estou na reta final. Tudo bem, é uma reta bem difícil, mas é a maldita reta final, onde já consigo ver a linha de chegada rsrsrs.
Enfim, é correr atrás disso tudo e torcer pra 2012 passar muuuuuuiiiito rápido, de forma que eu nem sinta essa super dose do remédio amargo que venho tomando há tantos anos rsrs. Depois todo esse "tratamento" acaba e estarei "curada", é só correr pro abraço hehehehe
Provavelmente na semana que vem já começarei o estágio lá na instituição que me acolheu (pra trabalhar de graça né, quem não quer?! rs)
É tanta coisa que até fico zonza. Amanhã recomeço as aulas de inglês. E, com esse ritmo louco de trabalho, estágio + faculdade (isso cabe num dia de 24 horas?!), nem sei se vai dar pra continuar com a psicóloga. O pior é que eu gosto, me faz bem e nesse período enlouquecedor, seria de grande valia. Vou conversar com ela e ver como isso fica...
Bom final de semana a todos
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Feliz!!!
Ai, estou muito feliz! Hoje tive consulta com minha ginecologista, que também é obstetra. Cara, ela é uma fofa de marca maior! É mega simpática, alto astral e amiga, ao mesmo tempo que é uma excelente profissional e atende super bem, sem pressa, é maravilhoso! Toda vez que vou até lá, saio mais leve, flutuando! Eu passo muitos meses sem ir lá (pois não sou gestante né, então não tenho que vê-la todo mês) e aí o tempo passa e eu até me esqueço de como é gostoso consultar-se com ela! Dá até vontade de engravidar logo só pra ter consultas mais frequentes kkkkkkkkk louca, eu? magina! rsrs
Daí que fui lá hoje, no meio da manhã, fazer minha consulta de rotina. Ela olhou o resultado do preventivo e estava tudo ok. E então ela passou outros exames para fins de check up mesmo. Sangue, urina, ultra etc. Agora o que mais me faz amar essa médica é o fato dela ser uma grande entusiasta do parto normal e de me aturar fazendo mil perguntas sobre gravidez e parto mesmo eu não sendo gestante rsrs. Ela esclarece tudo direitinho, com a maior paciência e em nenhum momento fala: "É cedo para falarmos disso, você nem está grávida, nem está tentando". Que nada! A gente bate altos papos sobre o assunto sem contar com esse "detalhe".
Ela me conta histórias dos partos normais que ela fez e conta até do dela (sim, ela tem uma filhinha que nasceu de parto normal!). Ela fica toda hora me perguntando quando eu vou encomendar o meu baby! hauahuahua Se dependesse dela, eu já teria uns dois filhos, pois tem uns três anos que vou lá e ela está sempre me "encorajando" a engravidar kkkkkkkkk
E esse amor de pessoa ainda me faz o favor de ficar me falando: "Ai, você vai conseguir seu parto normal, vai ser lindo, estou louca pra participar". Ela diz para eu não desistir dela, pois ela quer estar no meu parto e vai fazer de tudo para que seja normal ahuahauhuha É muito fofa!!! E quando vamos fazer algum exame que necessita de "toque", ela me manda fazer aquela força de parir (kkkkkk) e diz que minha força é excelente, que meu períneo é maravilhoso e vou ser uma "parideira" kkkkkkkkk Assim ela me conquista fácil! ahuahuaua Assim eu fico louca de vontade de engravidar pra ONTEM! rsrs
Deixa meu maridex descobrir esses planos dela, vai ficar muito bravo, pois ele quer esperar um pouco mais ahuahauhuahua
Mas essa médica é assim mesmo, falando assim parece até uma doida, mas nem é rsrsrs Só é uma pessoa muuuuito divertida, extrovertida e doce. AMO essa mulher. Ainda bem que não corro o risco de ela se aposentar antes da minha gravidez pois ela é bem jovem (no máximo 40) e deve demorar para pendurar as chuteiras rsrs.
Daí que fui lá hoje, no meio da manhã, fazer minha consulta de rotina. Ela olhou o resultado do preventivo e estava tudo ok. E então ela passou outros exames para fins de check up mesmo. Sangue, urina, ultra etc. Agora o que mais me faz amar essa médica é o fato dela ser uma grande entusiasta do parto normal e de me aturar fazendo mil perguntas sobre gravidez e parto mesmo eu não sendo gestante rsrs. Ela esclarece tudo direitinho, com a maior paciência e em nenhum momento fala: "É cedo para falarmos disso, você nem está grávida, nem está tentando". Que nada! A gente bate altos papos sobre o assunto sem contar com esse "detalhe".
Ela me conta histórias dos partos normais que ela fez e conta até do dela (sim, ela tem uma filhinha que nasceu de parto normal!). Ela fica toda hora me perguntando quando eu vou encomendar o meu baby! hauahuahua Se dependesse dela, eu já teria uns dois filhos, pois tem uns três anos que vou lá e ela está sempre me "encorajando" a engravidar kkkkkkkkk
E esse amor de pessoa ainda me faz o favor de ficar me falando: "Ai, você vai conseguir seu parto normal, vai ser lindo, estou louca pra participar". Ela diz para eu não desistir dela, pois ela quer estar no meu parto e vai fazer de tudo para que seja normal ahuahauhuha É muito fofa!!! E quando vamos fazer algum exame que necessita de "toque", ela me manda fazer aquela força de parir (kkkkkk) e diz que minha força é excelente, que meu períneo é maravilhoso e vou ser uma "parideira" kkkkkkkkk Assim ela me conquista fácil! ahuahuaua Assim eu fico louca de vontade de engravidar pra ONTEM! rsrs
Deixa meu maridex descobrir esses planos dela, vai ficar muito bravo, pois ele quer esperar um pouco mais ahuahauhuahua
Mas essa médica é assim mesmo, falando assim parece até uma doida, mas nem é rsrsrs Só é uma pessoa muuuuito divertida, extrovertida e doce. AMO essa mulher. Ainda bem que não corro o risco de ela se aposentar antes da minha gravidez pois ela é bem jovem (no máximo 40) e deve demorar para pendurar as chuteiras rsrs.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
E como está o recém-nascido...
ANO. Pois é, estou falando do ano recém-nascido e não de uma pessoinha (ah, quem dera! rs) Claro que ainda não dá pra avaliar muita coisa no 3º dia do ano, mas a minha primeira impressão é mais ou menos. Isso porque, no momento, as coisas estão meio chatinhas, mas esse ano promete muito em seu desenrolar. Acho que isso se deve ao comecinho de ano mesmo, tudo é mais devagar, eu e ele (2012) ainda não estamos "íntimos", ainda não entramos em sintonia rsrs. Exatamente como acontece quando levamos um baby recém-nascido pra casa: no começo as coisas parecem estranhas mas, aos poucos, o novo membro vai se encaixando cada vez mais na rotina familiar e depois as coisas se ajeitam de uma maneira tão incrível que os pais se perguntam como viveram até ali sem aquele serzinho! Bom, não falo com conhecimento de causa, mas sim após leitura e observação de diversas famílias! rsrs Estou me achando A antropóloga/socióloga do mundo familiar contemporâneo rsrsrs.
Devaneios à parte, minha vida em 2012 só deve começar pra valer lá pro meio do mês. Começarão as aulas na faculdade (disciplinas de férias para cobrir os "buracos", já que durante o semestre sempre falta professor afff) e, provavelmente, começarei também o meu estágio à noite, para cumprir a disciplina de estágio supervisionado. Ai, só de pensar já fico cansada, tomara que eu dê conta! rs
Estou mais preguiçosa que o normal e creio que isso seja por conta do ritmo de final de ano, eu ainda fui inventar de tirar uma semaninha de férias e isso só me fez ficar com mais preguiça no retorno ao trabalho rsrs. Eu gosto do meu trabalho e da empresa mas, meu sonho mesmo era poder ficar em casa cuidando da (futura) cria. Não sei se isso será possível pois o salário do maridão precisará ser o suficiente para manter uma vida digna. Se eu engravidasse hoje, seria impossível que eu largasse o emprego para vivermos só com o salário dele. Porém, mesmo que ele esteja ganhando super bem, não será uma decisão fácil sair do meu trabalho. É porque eu tenho a ideia de ficar em casa com a cria por, no máximo, três anos e depois retornar ao mercado de trabalho, nem que seja aos poucos. O problema é que o meu emprego atual é muito bom, paga relativamente bem, tem muitos benefícios, uma ótima estabilidade e grandes chances de crescimento. Daí que tenho medo de abandonar isso tudo e depois não conseguir nada semelhante. Tenho receio de que, após vários anos parada, e estando mais "velha" (velha o escambal, não terei nem 30 anos rs) eu não consiga um emprego tão bom. Claro que esse stop na carreira seria por uma causa muitíssimo nobre, a criação do meu filho, mas fico tentando buscar um meio termo, um ponto de equilíbrio, porque, obviamente que me colocarei em segundo plano, mas não posso esquecer completamente de mim quando for mãe! Até porque, uma mãe infeliz em outras áreas da vida (amorosa, profissional etc) vai deixar isso invadir a sua área materna, pois mais que ela tente evitar e a criança vai ser atingida por isso!
Essa minha discussão interna dá pano pra manga e, felizmente, eu ainda tenho tempo para pensar e tentar ajeitar tudo isso, visto que nem engravidei ainda (e continuo prevenindo). Para largar o AC de maneira consciente, preciso que todas essas lacunas estejam pelo menos encaminhadas ao preenchimento, para não passar sufoco depois. Uma das alternativas de "equilíbrio" seria trabalhar em meio período ou por, no máximo, seis horas diárias. Mas eu não sei se aqui nessa empresa eu conseguiria isso. Aqui a jornada é mega flexível, muitas pessoas até trabalham de casa, mas isso é para os outros cargos. Meu cargo é de secretária e isso pede minha presença no escritório. Nem todas as minhas ações podem ser feitas de casa, muitas são estritamente presenciais. Teria que conversar abertamente com meu chefe (que, graças a Deus, é bem compreensivo) e ver que solução poderíamos arrumar para isso. Enfim, mas isso é papo para bem depois, quando eu já tiver engravidado, parido e cumprido (quase) toda a licença maternidade (que, thanks God, aqui é de 6 meses!).
Meu Amore tem feito umas entrevistas e umas inscrições para concursos, estamos muito confiantes de que esse ano de 2012 nos trará coisas positivas nesse campo profissional e, com certeza, ele fechará esse ano com um bom emprego e um bom salário!!! Tudo caminha para isso e estamos correndo atrás com muita fé, é claro, mas também com os pés no chão.
Por hoje é só. Se 2012 nos trouxer metade das conquistas que estamos desejando/prevendo, já estamos super no lucro!
Seja benvindo 2012! (E nem pensar em acreditar nessa história boba de que o mundo vai acabar nesse ano)
=D
Devaneios à parte, minha vida em 2012 só deve começar pra valer lá pro meio do mês. Começarão as aulas na faculdade (disciplinas de férias para cobrir os "buracos", já que durante o semestre sempre falta professor afff) e, provavelmente, começarei também o meu estágio à noite, para cumprir a disciplina de estágio supervisionado. Ai, só de pensar já fico cansada, tomara que eu dê conta! rs
Estou mais preguiçosa que o normal e creio que isso seja por conta do ritmo de final de ano, eu ainda fui inventar de tirar uma semaninha de férias e isso só me fez ficar com mais preguiça no retorno ao trabalho rsrs. Eu gosto do meu trabalho e da empresa mas, meu sonho mesmo era poder ficar em casa cuidando da (futura) cria. Não sei se isso será possível pois o salário do maridão precisará ser o suficiente para manter uma vida digna. Se eu engravidasse hoje, seria impossível que eu largasse o emprego para vivermos só com o salário dele. Porém, mesmo que ele esteja ganhando super bem, não será uma decisão fácil sair do meu trabalho. É porque eu tenho a ideia de ficar em casa com a cria por, no máximo, três anos e depois retornar ao mercado de trabalho, nem que seja aos poucos. O problema é que o meu emprego atual é muito bom, paga relativamente bem, tem muitos benefícios, uma ótima estabilidade e grandes chances de crescimento. Daí que tenho medo de abandonar isso tudo e depois não conseguir nada semelhante. Tenho receio de que, após vários anos parada, e estando mais "velha" (velha o escambal, não terei nem 30 anos rs) eu não consiga um emprego tão bom. Claro que esse stop na carreira seria por uma causa muitíssimo nobre, a criação do meu filho, mas fico tentando buscar um meio termo, um ponto de equilíbrio, porque, obviamente que me colocarei em segundo plano, mas não posso esquecer completamente de mim quando for mãe! Até porque, uma mãe infeliz em outras áreas da vida (amorosa, profissional etc) vai deixar isso invadir a sua área materna, pois mais que ela tente evitar e a criança vai ser atingida por isso!
Essa minha discussão interna dá pano pra manga e, felizmente, eu ainda tenho tempo para pensar e tentar ajeitar tudo isso, visto que nem engravidei ainda (e continuo prevenindo). Para largar o AC de maneira consciente, preciso que todas essas lacunas estejam pelo menos encaminhadas ao preenchimento, para não passar sufoco depois. Uma das alternativas de "equilíbrio" seria trabalhar em meio período ou por, no máximo, seis horas diárias. Mas eu não sei se aqui nessa empresa eu conseguiria isso. Aqui a jornada é mega flexível, muitas pessoas até trabalham de casa, mas isso é para os outros cargos. Meu cargo é de secretária e isso pede minha presença no escritório. Nem todas as minhas ações podem ser feitas de casa, muitas são estritamente presenciais. Teria que conversar abertamente com meu chefe (que, graças a Deus, é bem compreensivo) e ver que solução poderíamos arrumar para isso. Enfim, mas isso é papo para bem depois, quando eu já tiver engravidado, parido e cumprido (quase) toda a licença maternidade (que, thanks God, aqui é de 6 meses!).
Meu Amore tem feito umas entrevistas e umas inscrições para concursos, estamos muito confiantes de que esse ano de 2012 nos trará coisas positivas nesse campo profissional e, com certeza, ele fechará esse ano com um bom emprego e um bom salário!!! Tudo caminha para isso e estamos correndo atrás com muita fé, é claro, mas também com os pés no chão.
Por hoje é só. Se 2012 nos trouxer metade das conquistas que estamos desejando/prevendo, já estamos super no lucro!
Seja benvindo 2012! (E nem pensar em acreditar nessa história boba de que o mundo vai acabar nesse ano)
=D
sábado, 31 de dezembro de 2011
Adeus 2011
Bom, eu nem ia fazer post de final de ano, mas aí pensei: "poxa, já estou há mais de uma semana sem aparecer no blog, agora sóóóó ano que vem (A dramática-exagerada kkk) ???
Enfim, resolvi passar aqui só pra deixar registrado meu estado de espírito nesse último dia do ano, afinal, para mim, o intuito do blog é esse, registrar as coisas para que eu possa consultar futuramente.
Recapitulando as questões dos últimos posts: o vestido que encomendei pela net para ir à festa não ficou muito bom. Quer dizer, é bonitinho e não caiu tão mal no meu corpo, mas o tecido é mais simples do que eu imaginava e daí acabou que não fiquei tão formal quanto a festa pedia. Paciência, já tinha gasto meu rico dinheirinho nele e não dava pra comprar outro, até porque, nem dava tempo. Fui com ele mesmo e olha que não fiz feio. A maioria das pessoas não estava elegantérrima, tava tipo eu mesmo. É que fazia tanto tempo que eu não ia nesse tipo de festa, que nem sei mais como funcionam essas "regrinhas" de vestimenta e etc kkkk
De Natal foi tudo bem. Fomos passar com a minha família mas não demoramos muito porque temos o costume de dormir cedo. Poxa, maridinho ficou com um mau humor que beirava o insuportável, ele é meio avesso a essas confraternizações familiares sabe, mas não imaginei que ele ia ficar tão azedo. Fica a lição para os próximos anos, terei que decidir se deixo ele em casa sozinho ou se faço uma pequena ceia só para nós dois em casa e largo toda a minha família decepcionada comigo. Minha família é muito numerosa e ao mesmo tempo muito unida e festeira, eles ficam muito chateados quando alguém "fura", principalmente se for no Natal e por um motivo bobo (ficar em casa de bobeira). Fico imaginando como será quando não formos só nós dois, quando já tivermos um baby e eu quiser que ele participe das festividades da minha família. Poxa, ficarei pra cima e pra baixo sozinha com meu baby, feito uma mãe solteira, enquanto meu marido bicho-do-mato-antissocial fica em casacoçando ? Espero que, com a chegada de um filho, ele mude de comportamento nesse aspecto pois isso é algo que observo em vários homens, depois de se tornarem pais, eles mudam muito! Tudo bem, alguns não mudam nada e outros mudam pra pior, mas a maioria, pelo menos dos que eu vejo, mudam pra melhor! Se tornam mais companheiros, mais prestativos, mais amorosos, mais sociáveis, mais simpáticos, mais carinhosos, mais generosos, entre outros... Tomara que aqui em casa seja assim! rsrsrsrs
Sobre o ano que vai embora... Bom, 2011 foi um ano bom para mim, muito bom. Eu e meu amor fomos morar juntos em 27/12/2010, ou seja, foi em 2011 que passamos efetivamente a nos conhecer no dia a dia, a ter essa vidinha de marido e mulher, a nos familiarizarmos com essa vida, com esse cotidiano e a harmonizar nossa convivência, experimentando novas coisas e encaixando nossas personalidades e temperamentos para fazer tudo dar certo. E o saldo foi muito positivo! Tivemos momentos maravilhosos, recheados de muito amor, compreensão, lealdade... Incluo aí também os momentos de "tensão", digamos assim. Claro que já discordamos muitas vezes e já tivemos conversas mais sérias por conta disso, mas, graças a Deus, aqui sempre reinou o respeito. Nunca levantamos a voz um para o outro, nunca nos agredimos (nem fisica ou verbalmente). Posso dizer que todos esses momentos serviram e muito para nos fazer crescer, como pessoas e como casal, para equilibrar nosso relacionamento, para nos guiar até onde estamos hoje, nesse caminho de amor, que constitui uma relação saudável e próspera. Espero que em 2012 continuemos assim, melhorando cada vez mais!
Tenho certeza de que nossa vida ficará mais estável em 2012 mas não sei ainda se será a hora certa para engravidar. Provavelmente terá de ficar para 2013. É que 2012 nem nasceu e já promete ser um ano muito atribulado. Terei de focar totalmente no final da faculdade (300 horas de estágio supervisionado, TCC, 4 disciplinas obrigatórias), tudo em apenas 1 ano! Ou seja, será um ano cansativo e que não me garantiria uma gravidez tranquila, como desejo. Daí penso em 2013. Será o primeiro ano em que estarei finalmente livre da faculdade. O primeiro ano em que poderei curtir totalmente, estarei apenas trabalhando, sem a parte da noite ocupada e com o salário melhor. Será que não seria mais sensato aproveitar esse ano o máximo possível, tirar férias e fazer uma boa viagem, a última como casal? Mas ao mesmo tempo eu penso: adiar por mais tempo? Será que eu aguento essa obsessão gravídica até lá? Será que ter um filho é realmente deixar de aproveitar a vida? Será que viagens só são boas sem filhos? Enfim, são muitos "serás" e não tem como responder a essas perguntas sem efetivamente viver tudo isso, ou seja, só verei como é, quando o dia chegar.
Mas meu lema é esse: nesse quesito ter ou não ter (um filho agora), enquanto houver 1% de dúvida, de nada valem os 99% de certeza.
E que venha 2012! Vem com tudo!
Feliz Ano Novo a todos.
Enfim, resolvi passar aqui só pra deixar registrado meu estado de espírito nesse último dia do ano, afinal, para mim, o intuito do blog é esse, registrar as coisas para que eu possa consultar futuramente.
Recapitulando as questões dos últimos posts: o vestido que encomendei pela net para ir à festa não ficou muito bom. Quer dizer, é bonitinho e não caiu tão mal no meu corpo, mas o tecido é mais simples do que eu imaginava e daí acabou que não fiquei tão formal quanto a festa pedia. Paciência, já tinha gasto meu rico dinheirinho nele e não dava pra comprar outro, até porque, nem dava tempo. Fui com ele mesmo e olha que não fiz feio. A maioria das pessoas não estava elegantérrima, tava tipo eu mesmo. É que fazia tanto tempo que eu não ia nesse tipo de festa, que nem sei mais como funcionam essas "regrinhas" de vestimenta e etc kkkk
De Natal foi tudo bem. Fomos passar com a minha família mas não demoramos muito porque temos o costume de dormir cedo. Poxa, maridinho ficou com um mau humor que beirava o insuportável, ele é meio avesso a essas confraternizações familiares sabe, mas não imaginei que ele ia ficar tão azedo. Fica a lição para os próximos anos, terei que decidir se deixo ele em casa sozinho ou se faço uma pequena ceia só para nós dois em casa e largo toda a minha família decepcionada comigo. Minha família é muito numerosa e ao mesmo tempo muito unida e festeira, eles ficam muito chateados quando alguém "fura", principalmente se for no Natal e por um motivo bobo (ficar em casa de bobeira). Fico imaginando como será quando não formos só nós dois, quando já tivermos um baby e eu quiser que ele participe das festividades da minha família. Poxa, ficarei pra cima e pra baixo sozinha com meu baby, feito uma mãe solteira, enquanto meu marido bicho-do-mato-antissocial fica em casa
Sobre o ano que vai embora... Bom, 2011 foi um ano bom para mim, muito bom. Eu e meu amor fomos morar juntos em 27/12/2010, ou seja, foi em 2011 que passamos efetivamente a nos conhecer no dia a dia, a ter essa vidinha de marido e mulher, a nos familiarizarmos com essa vida, com esse cotidiano e a harmonizar nossa convivência, experimentando novas coisas e encaixando nossas personalidades e temperamentos para fazer tudo dar certo. E o saldo foi muito positivo! Tivemos momentos maravilhosos, recheados de muito amor, compreensão, lealdade... Incluo aí também os momentos de "tensão", digamos assim. Claro que já discordamos muitas vezes e já tivemos conversas mais sérias por conta disso, mas, graças a Deus, aqui sempre reinou o respeito. Nunca levantamos a voz um para o outro, nunca nos agredimos (nem fisica ou verbalmente). Posso dizer que todos esses momentos serviram e muito para nos fazer crescer, como pessoas e como casal, para equilibrar nosso relacionamento, para nos guiar até onde estamos hoje, nesse caminho de amor, que constitui uma relação saudável e próspera. Espero que em 2012 continuemos assim, melhorando cada vez mais!
Tenho certeza de que nossa vida ficará mais estável em 2012 mas não sei ainda se será a hora certa para engravidar. Provavelmente terá de ficar para 2013. É que 2012 nem nasceu e já promete ser um ano muito atribulado. Terei de focar totalmente no final da faculdade (300 horas de estágio supervisionado, TCC, 4 disciplinas obrigatórias), tudo em apenas 1 ano! Ou seja, será um ano cansativo e que não me garantiria uma gravidez tranquila, como desejo. Daí penso em 2013. Será o primeiro ano em que estarei finalmente livre da faculdade. O primeiro ano em que poderei curtir totalmente, estarei apenas trabalhando, sem a parte da noite ocupada e com o salário melhor. Será que não seria mais sensato aproveitar esse ano o máximo possível, tirar férias e fazer uma boa viagem, a última como casal? Mas ao mesmo tempo eu penso: adiar por mais tempo? Será que eu aguento essa obsessão gravídica até lá? Será que ter um filho é realmente deixar de aproveitar a vida? Será que viagens só são boas sem filhos? Enfim, são muitos "serás" e não tem como responder a essas perguntas sem efetivamente viver tudo isso, ou seja, só verei como é, quando o dia chegar.
Mas meu lema é esse: nesse quesito ter ou não ter (um filho agora), enquanto houver 1% de dúvida, de nada valem os 99% de certeza.
E que venha 2012! Vem com tudo!
Feliz Ano Novo a todos.
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