terça-feira, 17 de abril de 2012

Closing...

Bom, pensei muito e acho que vou parar com o blog. Não vou fechar, pelo menos por enquanto, pois uso muito o blog roll ali do lado para acompanhar os blogs queridos. Mas não vou mais postar.

Sem querer dar uma de coitadinha, mas não acho que vá fazer muita falta rsrs. Não tenho muitos leitores, mas esse nunca foi o objetivo mesmo...

Enfim, acho que esse blog aqui não funcionou. E não é o primeiro que abro. É que eu sou assim mesmo, inconstante, rebelde com rotinas e regularidades. E o blog deveria receber postagens regularmente. Ou não. Sei que não é obrigação minha postar com frequência, afinal, isso aqui é estritamente pessoal, não é fonte de renda nem nada. Mas, ao mesmo tempo que não consigo postar regularmente, me agonio com o "abandono" do blog. Eu sei. Sou louca. Mas fazer o que né?! rsrs

Talvez, um dia eu abra m outro blog. Acho que não gostei dessa experiência do pseudônimo não. Me sinto estranha, me sinto uma fraude. Mesmo eu tendo deixado bem claro ali na descrição do perfil que é um pseudônimo, sei lá, não me sinto bem com isso.

Mas também não curto a ideia do blog mais exposto. Com fotos, vídeos, detalhes da minha vida, de onde vivo, o que faço, de onde vim e para onde vou. rsrs. Já tive essa experiência e não gostei. Fechei também. Enquanto sou só eu, nem vejo tanto problema. Mas depois, com a chegada do baby, não sei se gostaria de expor a cria assim. Afinal, é um outro indivíduo e, por mais que esteja sob minha tutela, não me sinto no direito de sair divulgando para meio mundo tudo sobre esse ser.

Sinceramente, tento me colocar no lugar dessa pessoa. Acho que se hoje eu tivesse a oportunidade de ler um blog sobre mim feito pela minha mãe, não sei se eu iria gostar. Claro que algumas coisas iam ser bem legais, ver algumas fotos, saber de algumas peripécias, alguma coisinha boba do dia a dia que ela já se esqueceu. Mas tipo, eu não gostaria de ler sobre o quanto minha chegada afetou o casamento dela! Sobre o quanto a vida sexual dela ficou um lixo. Ou sobre a culpa que sentiu por ter de largar o trabalho porque sua filhota não ficava com absolutamente ninguém. Ou sobre suas reclamações sobre o quanto seus seios ficaram horrendos após amamentar duas filhas por dois anos cada (ok, isso ela fala até hoje rsrs só falta me pedir para pagar as próteses de silicone pra "ajeitar" a coisa).

Bom, acho que deu pra entender. Sei lá, acho meio estranho tudo isso. Toda vez que penso nesse assunto me vejo confusa. Quero fazer um blog sobre as tentativas, a gravidez, o nascimento, a criação do meu filho(a). Não quero me expor demais, mas também acho que vai ficar muito chato se for só texto. Tem situações que pedem uma imagem, um vídeo. Daí pensei em fazer um diário offline mesmo, num programa chamado One Note, uma coisa só minha, salva no meu computador. Mas e a interação com as outras mães? Isso é muito rico! E quando eu tiver uma dúvida sobre alguma doencinha, comportamento, alimento, sobre qualquer coisa, vou postar no meu diário forever alone e quem vai me ajudar?! Aff, acho que isso seria solitário demais... Daí pensei em fazer um blog aberto pra interagir com a galera e fazer um outro privado só com as coisas mais "expositivas" tipo foto, vídeo... mas sei lá, isso daria certo? Se mal consigo manter um blog, vou conseguir manter dois? E dá pra confiar que as pessoas "convidadas" para o blog privado são reais? Não são pessoas más disfarçadas? ahuahauhau já deu pra notar que sou mesmo louca.

Então, enquanto não resolvo esse maldito dilema interno, é melhor ficar sem blog. Portanto, isso é um adeus.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

She loves dancing

Coisa márfofa!!! Dá pra ver que é um talento nato mesmo, ela dança com todo o prazer do mundo!

Espero que curtam.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Sumiço

Meu sumiço deve continuar mais um pouquinho... estou com a cabeça à mil, super confusa principalmente no quesito filhos.

Preciso colocar a cabeça no lugar, organizar meus pensamentos, planos, sonhos, metas etc...

A ideia era me afastar completamente por tempo indeterminado mas, como não sou de ferro, de uns dias para cá estou entrando nos blogs que acompanho para ter notícias das criança tudo. =D

O fato é que estou passando por um momento meio tenso de transformação, de crescimento. E como toda mãe sabe, crescer dói. E tá doendo demais. Mas está sendo necessário. Super necessário para me transformar na mulher certa para receber a cria de braços e peito aberto.

Quando possível, passo aqui para registrar todo esse turbilhão que atravesso no momento. Mas acho que, ao final, depois que eu já estiver fora do "olho do furacão", será muito mais fácil analisar e escrever sobre. Disso tudo sairá uma bela reflexão, muitas lições aprendidas e uma mulher renovada.

Sds,
Laila

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Nota mental: não fantasiar

Desde muito novinha que eu fantasio muito, à respeito de tudo. Sempre idealizei muito as coisas. Isso em alguns momentos é uma qualidade pois, ao passo que idealizo, vou planejando, criando planilhas, ideias... pois é, minha idealização é um pouquinho racional, apesar de romântica rsrsrs. Mas, muitas vezes ela é minha vilã. Faz com que eu sonhe demais e aí já sabe né, quanto mais alto o voo, maior o tombo. É muito chato ficar idealizando cada detalhezinho de tudo quanto é coisa, por mais boba que pareça, e depois amargar uma frustração ou decepção porque aquilo não se realizou.

É claro que esse meu "aplicativo" já me trouxe muitos benefícios. Por causa dos meus sonhos desvairados de adolescente, que jurava que iria sair de casa aos 18 anos, foi que eu consegui essa façanha. Sonhei sim, mas também tracei metas, poupei grana, entrei na universidade, arrumei um estágio e ufa, arrumei meu cantinho. Foi maravilhoso ver todos aqueles planos de anos sair do papel. Eram planos minuciosos com planilhas determinando cada item que eu iria comprar para a casa nova: de talheres e vasilhas aos móveis e eletrodomésticos. Até hoje me delicio e me orgulho disso, e sou grata a Deus e à minha determinação por essa conquista tão importante e tão desejada.

O problema é que, quando o assunto é ser mãe, a idealização também existe e vai longe, muito longe. Acho que, automaticamente, após a minha "grande conquista" de adquirir minha independência eu já pensei no "próximo passo" que, na minha cabecinha, é a maternidade. Só que, nessa idealização materna o nível de razão é bem menor e o nível de "viagem na maionese" beeeem maior. Sonho desde 2008 com todo esse mundo materno e, é bem difícil para um pessoa (infelizmente) ansiosa e imediatista como eu manter um sonho como este apenas no papel e na mente por tantos anos. É doloroso e frustante ver que todo o "aparato" de que eu preciso para receber meu rebento parece nunca ficar pronto! Tal estrutura engloba um salário melhor (principalmente para o marido), terminar a facul e encontrar um apê maior pois o nosso atual é super minúsculo (eu já nem ligo mais que seja um apê alugado sabe, as coisas andam tão caras e burocráticas que, seu for esperar ter casa própria para ser mãe, vou parir com uns 50 anos! rs).

Mas porque toda essa "preparação" me dói, me fere, me é tão sofrida? Eu descobri a resposta depois de tanto "bater cabeça" por aí. Esperar é doloroso porque, para mim, essa espera não se justifica. Eu não acredito no poder e na eficácia disso, sabe? Se eu acreditasse piamente que esperar ter uma super renda mensal, estar com carro na garagem e apê espaçoso fossem parâmetros para garantir uma vida feliz em família, eu esperaria com tranquilidade porque eu estaria fazendo algo com o que concordo! Porém, eu não sou assim! Eu sou mais sensibilidade e instinto! Portanto, por mais que eu tente, eu nunca vou conseguir mudar o fato de que, para mim, o que eu preciso para ser mãe é o que eu já tenho dentro de mim e não o que o nosso mundo capitalista dita!!! No meu íntimo isso grita e é mais forte que eu. Grita me dizendo que o que eu preciso dar ao meu filho é amor, carinho, proteção, verdade, leite, pele, calor, compreensão! Sei que parece loucura mas, dinheiro, status, empregão, carrão, ficam em últimos lugares na minha lista, se é que entram nela!

Sei que vivemos em sociedade e num sistema capitalista e que muitas coisas importantes custam dinheiro. Sei que conforto e qualidade de vida, mesmo que do nível mais básico, também custam dinheiro. Educação, saúde, lazer e etc, custam (e às vezes, MUITO) dinheiro! Mas é irracional, é emoção pura esse meu desejo latente de ser mãe. Talvez tenha um ponta de participação das minhas facetas imediatista e ansiosa, sim. Mas é dureza viver com isso, parece que me falta um pedaço que nunca foi meu. Parece que sinto falta de um membro que nunca tive. E é a esse meu futuro(a) filho(a) que dedico um trecho de uma música do Renato Russo que não poderia definir melhor o que é essa espera toda para mim:

"E é só você que tem a cura do meu vício de insistir nessa saudade que eu sinto de tudo que eu ainda não vi." Índios - Legião Urbana.

Beijocas

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Plantão extraordinário

Não poderia deixar de passar aqui para registrar minha imensa alegria pelos últimos acontecimentos da minha vida. Na quinta-feira, logo após aquele post reclamão, eu recebi uma ligação com uma notícia muito boa!!! Meu amore, meu maridex lindo fora aprovado em uma das seleções de trabalho!!! É temporário, só até o fim do ano, mas é uma notícia maravilhosa pois paga muito bem, mais que o dobro da miséria que ele recebe atualmente! Portanto, temos esse ano inteirinho para nos organizar e fazer um pé de meia. Já decidimos que não vamos aloprar e sair gastando aos tubos com besteiras só porque a renda aumentou. Vamos manter nosso atual padrão de vida e ir colocando esse "extra" na poupança. Até o final do ano, teremos uma quantia razoável para nos dar uma certa segurança para emergências e para o enxoval do nosso futuro rebento!

No decorrer do ano ele vai fazer diversas provas para os concursos que forem aparecendo e vai se candidatar à vagas no setor privado também, é claro. Ao término desse trabalho temporário, ele já estará formado e daí as chances de conseguir uma oportunidade boa e com bom salário, são maiores!

Ai fiquei tão feliz e agradeci tanto a Deus por me mostrar que, no tempo certo, as coisas vão entrando nos eixos. Pedi perdão por ter sido tão impaciente e resmungona ao invés de dar valor ao que tinha naquele momento e tendo fé de que o futuro traria bons frutos, afinal, estamos trabalhando duro no cultivo!

Sobre a minha "novela" do estágio supervisionado, na quinta-feira mesmo eu consegui falar com a prof. e cheguei a achar que essa saga estava perto do fim. Mas parece que me enganei mais uma vez. O tal e-mail que ele prometeu me passar não veio até hoje. Pelo menos eu já sei a quem recorrer lá dentro da universidade no caso dela não me dar nenhum retorno até quarta-feira (prazo que ela havia dado para estar tudo resolvido). Mas, à exemplo do caso do meu maridex, não vou desistir muito menos desanimar pois tenho que ter fé (e correr atrás também né, porque esperar sentada não vai resolver meeeesmo rs).

Enfim, as grandes novidades são somente essas mesmo. Ontem fui à praia com meu amore e minha irmã e foi bem legal. Fez um tempo gostoso e a água estava deliciosamente gelada. Nosso esquema de praia é um pouco diferente. Como não gostamos de tumulto, a gente sai de casa bem cedo, tipo antes das oito da manhã, pega o ônibus vazio (maravilha! coisa impossível depois das 10h) e chega na praia bem tranquilamente, com espaço de sobra da areia, pra escolher e se esticar à vontade. Daí, quando vai dando umas onze horas, o caos começa a querer se instalar rsrs. Começa a chegar muuuuuuuuuuiiiita gente na praia, começa a ficar muito apertado, tanto na areia quanto na água! Então, antes do meio-dia a gente já está levantando acampamento, afinal, já curtimos quase 4 horas de praia, para mim é mais do que suficiente. Nunca curti passar praticamente o dia inteiro na praia, tipo oito, dez horas seguidas, e só ir embora com o sol já indo embora e a noite nos "expulsando". Gosto de chegar na tranquilidade, ficar bem acomodada, pegar o horário do "sol saudável" e aproveito muuuuuuuuito desse jeito. Acho que quando eu tiver filhos não terei nenhuma dificuldade, pois esse esquema mais light de praia é ideal para os pequenos!

Enfim, isso é tudo.

Beijosssssss

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Tirando a poeira

Pois é, como em quase tudo que eu começo, passado o período de novidade, vai ficando um pouquinho abandonado. E com o blog não seria diferente! Mas eu prefiro que seja assim. Prefiro vir até aqui para postar quando realmente estiver afim, quando realmente tiver algo pra falar... Meu objetivo não é atrair leitores, nem fazer disso uma fonte de renda. Portanto, não tenho nenhum compromisso com a regularidade das postagens.

Está tudo mais ou menos na mesma. Estou chateada com o negócio do estágio supervisionado porque não consigo começar a estagiar porque a cretina da coordenadora de estágio lá da faculdade está me enrolando! Ela precisa me passar um raio de um número de seguro que todo aluno tem por lei. Sem esse número, a instituição aonde irei estagiar não redige o termo de compromisso (contrato) e, sem isso, não posso começar o estágio! Aff... é muita burrocracia sabe... O raio da instituição também nem pra facilitar, quase nenhuma empresa pede esse número para incluir no contrato, é muito raro isso. E justo eles, justo na minha situação desesperadora, eu fui arrumar um estágio aonde precisa do número do seguro! Affffff!!! E a vaca da mulher não responde aos meus e-mails! Já mandei três e-mails, já falei com ela pessoalmente na 2ª feira e ela teve o descaramento de me dizer que ia mandar no dia seguinte (terça-feira). Cadê? Estou esperando até hoje! E o pior, HOJE essa mulher entra de férias! Ou seja, se ela não me responde HOJE, eu vou ficar sem estágio, porque esperar até fevereiro não dá! Não vou conseguir cumprir as 60 horas só em duas semanas! Ai meu pai amado, tá difícil sabe, eu to tentando, mas tá muuuuuuito difícil...

Tirando esse "detalhe", está tudo ótimo. Aqui no meu trabalho está tudo tranquilo, estou conseguindo executar minhas atividades direitinho, organizei um esquema de trabalho e não estou mais deixando acumular serviço, está tudo em ordem! Estou muito feliz pois estou tendo um entrosamento maior com a equipe. Quem não me conhece pode achar isso estranho, mas é que sou muito tímida sabe, as vezes até meio "antissocial" (no bom sentido, é que sou muito fechada), e só agora, com quase 4 anos de empresa é que estou me sentindo mais à vontade sabe, estou "em casa" (dentro dos limites que um ambiente de trabalho permite, é claro! rs). E está sendo muito bacana pois está havendo um reconhecimento sabe, o pessoal cada vez mais demonstra o quanto eles precisam (e não dependem) de mim, do meu serviço, do meu conhecimento para apoiar as atividades deles. Ainda mais agora, com um certo tempo de empresa, eu já estou mais ágil né, já conheço melhor o funcionamento das coisas aqui, o que só ajuda! Ai, eu adoro essa área de secretariado sabe, acho que está relacionado ao meu lado maternal também, de gostar de cuidar das coisas, das pessoas, organizar tudo, sabe... eu acho muito legal! Pretendo buscar especializações nessa área...

No sábado passado retornei ao curso de inglês, após o recesso de fim de ano. Foi legalzinho, continuo um pouco desestimulada porque as turmas são muito fraquinhas. Eu gosto do método, gosto dos professores, mas, eu não sei porque, os alunos acabam me prejudicando... Estou falando numa boa, não estou querendo me gabar nem desmerecer ninguém mas, toda vez que estamos sozinhos, só eu e o professor, a aula é maravilhosa, ele segue no meu ritmo, geralmente terminamos o conteúdo antes do tempo e depois ficamos só conversando para praticar. Mas quando tem outros alunos, a aula segue lenta, eles não entendem 90% do que o professor fala, tudo tem que repetir umas 50 vezes, a pronúncia na maioria das vezes é terrível, enfim, é desgastante pra mim pois acabo tendo que seguir num ritmo de tartaruga enquanto já posso correr feito lebre. A questão é que não preciso mudar de nível, as coisas que estou vendo no nível atual realmente são novidade para mim e também acabo adquirindo muito vocabulário, o que é excelente, o problema é que pego o conteúdo muito rápido, muito rápido mesmo, daí tenho que ficar lá na linha de chegada esperando o resto da turma. Mesmo eu mudando para um horário bem "vazio", para aumentar as chances de ficar só eu e o professor, sempre aparecem pessoas que não são daquele horário, querendo repor aulas que perderam. Aí fica complicado sabe. Mas vou ter um pouquinho mais de paciência para ver se melhora.

Enfim, ficar muito tempo sem escrever dá nisso, quando ponho a mão no teclado, vira um testamento! rsrs Vou parar por aqui senão vira um inquérito policial de 200 páginas kkkkk

Beijos

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

A terapia

E na quarta-feira eu estava tão empolgada com a consulta à gineco-obstetra, que acabei nem contando como foi a consulta de retorno à psicóloga, na terça-feira.

Foi legal. Me acalmou um pouco mais, me deu um pouco mais de leveza pois desabafar é sempre bom. Mas não é aquela mágica sabe. Já tem uns dois anos que estou nessa terapia e sei que tive progressos nesse período. Mas não é nada muito claro, sabe. Não visualizo "eu estava no ponto X, agora, por conta da terapia, estou no ponto Y". Mas acredito que, no desenrolar desses últimos dois anos, os caminhos que percorri foram menos tortuosos com a ajuda dessas sessões.

Falamos um bocado sobre filhos, relacionamento, trabalho, entre outros. Contei à ela como a "obsessão gravídica" andou me perturbando um pouco mais que o normal nesse fim de ano. Não sei exatamente o porque. E também como estou desanimada com esse ano de 2012 só de pensar o turbilhão de coisas que terei de enfrentar no que diz respeito à faculdade. Serão 300 horas de estágio supervisionado (além das 8 diárias que já trabalho por dia!), 4 disciplinas pra cursar à noite e mais a monografia, que nem comecei a escrever =/

Sobre o estágio, eu até já consegui um. Obviamente, não remunerado. Precisarei fazer umas 16 horas horas semanais para conseguir vencer as 300 horas até junho. Para tal, terei que sair todos os dias mais cedo do trabalho e compensar esse tempo com férias. Aff, morro de raiva quando penso que, por culpa daquela faculdade cretina, eu desperdiçarei minhas férias assim, com trabalho escravo. Digo isso porque, já faz algum tempo, eu descobri que não gostava da faculdade nem do curso que estava fazendo. O problema é que meu sustento (trabalho) dependia dessa faculdade, então, resolvi continuar tomando esse remédio amargo, já que me mantinha de pé. Mas tá difícil sabe. Por conta do trabalho, tive que diminuir o ritmo da faculdade e, num curso de 4 anos de duração, já estou indo pro 6º. Cara, ficar seis anos num curso que você detesta, é uma torturaaaa. A única coisa que me dá um pouco de ânimo é saber que, agora sim, de verdade, estou na reta final. Tudo bem, é uma reta bem difícil, mas é a maldita reta final, onde já consigo ver a linha de chegada rsrsrs.

Enfim, é correr atrás disso tudo e torcer pra 2012 passar muuuuuuiiiito rápido, de forma que eu nem sinta essa super dose do remédio amargo que venho tomando há tantos anos rsrs. Depois todo esse "tratamento" acaba e estarei "curada", é só correr pro abraço hehehehe

Provavelmente na semana que vem já começarei o estágio lá na instituição que me acolheu (pra trabalhar de graça né, quem não quer?! rs)

É tanta coisa que até fico zonza. Amanhã recomeço as aulas de inglês. E, com esse ritmo louco de trabalho, estágio + faculdade (isso cabe num dia de 24 horas?!), nem sei se vai dar pra continuar com a psicóloga. O pior é que eu gosto, me faz bem e nesse período enlouquecedor, seria de grande valia. Vou conversar com ela e ver como isso fica...

Bom final de semana a todos