Ai, estou muito feliz! Hoje tive consulta com minha ginecologista, que também é obstetra. Cara, ela é uma fofa de marca maior! É mega simpática, alto astral e amiga, ao mesmo tempo que é uma excelente profissional e atende super bem, sem pressa, é maravilhoso! Toda vez que vou até lá, saio mais leve, flutuando! Eu passo muitos meses sem ir lá (pois não sou gestante né, então não tenho que vê-la todo mês) e aí o tempo passa e eu até me esqueço de como é gostoso consultar-se com ela! Dá até vontade de engravidar logo só pra ter consultas mais frequentes kkkkkkkkk louca, eu? magina! rsrs
Daí que fui lá hoje, no meio da manhã, fazer minha consulta de rotina. Ela olhou o resultado do preventivo e estava tudo ok. E então ela passou outros exames para fins de check up mesmo. Sangue, urina, ultra etc. Agora o que mais me faz amar essa médica é o fato dela ser uma grande entusiasta do parto normal e de me aturar fazendo mil perguntas sobre gravidez e parto mesmo eu não sendo gestante rsrs. Ela esclarece tudo direitinho, com a maior paciência e em nenhum momento fala: "É cedo para falarmos disso, você nem está grávida, nem está tentando". Que nada! A gente bate altos papos sobre o assunto sem contar com esse "detalhe".
Ela me conta histórias dos partos normais que ela fez e conta até do dela (sim, ela tem uma filhinha que nasceu de parto normal!). Ela fica toda hora me perguntando quando eu vou encomendar o meu baby! hauahuahua Se dependesse dela, eu já teria uns dois filhos, pois tem uns três anos que vou lá e ela está sempre me "encorajando" a engravidar kkkkkkkkk
E esse amor de pessoa ainda me faz o favor de ficar me falando: "Ai, você vai conseguir seu parto normal, vai ser lindo, estou louca pra participar". Ela diz para eu não desistir dela, pois ela quer estar no meu parto e vai fazer de tudo para que seja normal ahuahauhuha É muito fofa!!! E quando vamos fazer algum exame que necessita de "toque", ela me manda fazer aquela força de parir (kkkkkk) e diz que minha força é excelente, que meu períneo é maravilhoso e vou ser uma "parideira" kkkkkkkkk Assim ela me conquista fácil! ahuahuaua Assim eu fico louca de vontade de engravidar pra ONTEM! rsrs
Deixa meu maridex descobrir esses planos dela, vai ficar muito bravo, pois ele quer esperar um pouco mais ahuahauhuahua
Mas essa médica é assim mesmo, falando assim parece até uma doida, mas nem é rsrsrs Só é uma pessoa muuuuito divertida, extrovertida e doce. AMO essa mulher. Ainda bem que não corro o risco de ela se aposentar antes da minha gravidez pois ela é bem jovem (no máximo 40) e deve demorar para pendurar as chuteiras rsrs.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
E como está o recém-nascido...
ANO. Pois é, estou falando do ano recém-nascido e não de uma pessoinha (ah, quem dera! rs) Claro que ainda não dá pra avaliar muita coisa no 3º dia do ano, mas a minha primeira impressão é mais ou menos. Isso porque, no momento, as coisas estão meio chatinhas, mas esse ano promete muito em seu desenrolar. Acho que isso se deve ao comecinho de ano mesmo, tudo é mais devagar, eu e ele (2012) ainda não estamos "íntimos", ainda não entramos em sintonia rsrs. Exatamente como acontece quando levamos um baby recém-nascido pra casa: no começo as coisas parecem estranhas mas, aos poucos, o novo membro vai se encaixando cada vez mais na rotina familiar e depois as coisas se ajeitam de uma maneira tão incrível que os pais se perguntam como viveram até ali sem aquele serzinho! Bom, não falo com conhecimento de causa, mas sim após leitura e observação de diversas famílias! rsrs Estou me achando A antropóloga/socióloga do mundo familiar contemporâneo rsrsrs.
Devaneios à parte, minha vida em 2012 só deve começar pra valer lá pro meio do mês. Começarão as aulas na faculdade (disciplinas de férias para cobrir os "buracos", já que durante o semestre sempre falta professor afff) e, provavelmente, começarei também o meu estágio à noite, para cumprir a disciplina de estágio supervisionado. Ai, só de pensar já fico cansada, tomara que eu dê conta! rs
Estou mais preguiçosa que o normal e creio que isso seja por conta do ritmo de final de ano, eu ainda fui inventar de tirar uma semaninha de férias e isso só me fez ficar com mais preguiça no retorno ao trabalho rsrs. Eu gosto do meu trabalho e da empresa mas, meu sonho mesmo era poder ficar em casa cuidando da (futura) cria. Não sei se isso será possível pois o salário do maridão precisará ser o suficiente para manter uma vida digna. Se eu engravidasse hoje, seria impossível que eu largasse o emprego para vivermos só com o salário dele. Porém, mesmo que ele esteja ganhando super bem, não será uma decisão fácil sair do meu trabalho. É porque eu tenho a ideia de ficar em casa com a cria por, no máximo, três anos e depois retornar ao mercado de trabalho, nem que seja aos poucos. O problema é que o meu emprego atual é muito bom, paga relativamente bem, tem muitos benefícios, uma ótima estabilidade e grandes chances de crescimento. Daí que tenho medo de abandonar isso tudo e depois não conseguir nada semelhante. Tenho receio de que, após vários anos parada, e estando mais "velha" (velha o escambal, não terei nem 30 anos rs) eu não consiga um emprego tão bom. Claro que esse stop na carreira seria por uma causa muitíssimo nobre, a criação do meu filho, mas fico tentando buscar um meio termo, um ponto de equilíbrio, porque, obviamente que me colocarei em segundo plano, mas não posso esquecer completamente de mim quando for mãe! Até porque, uma mãe infeliz em outras áreas da vida (amorosa, profissional etc) vai deixar isso invadir a sua área materna, pois mais que ela tente evitar e a criança vai ser atingida por isso!
Essa minha discussão interna dá pano pra manga e, felizmente, eu ainda tenho tempo para pensar e tentar ajeitar tudo isso, visto que nem engravidei ainda (e continuo prevenindo). Para largar o AC de maneira consciente, preciso que todas essas lacunas estejam pelo menos encaminhadas ao preenchimento, para não passar sufoco depois. Uma das alternativas de "equilíbrio" seria trabalhar em meio período ou por, no máximo, seis horas diárias. Mas eu não sei se aqui nessa empresa eu conseguiria isso. Aqui a jornada é mega flexível, muitas pessoas até trabalham de casa, mas isso é para os outros cargos. Meu cargo é de secretária e isso pede minha presença no escritório. Nem todas as minhas ações podem ser feitas de casa, muitas são estritamente presenciais. Teria que conversar abertamente com meu chefe (que, graças a Deus, é bem compreensivo) e ver que solução poderíamos arrumar para isso. Enfim, mas isso é papo para bem depois, quando eu já tiver engravidado, parido e cumprido (quase) toda a licença maternidade (que, thanks God, aqui é de 6 meses!).
Meu Amore tem feito umas entrevistas e umas inscrições para concursos, estamos muito confiantes de que esse ano de 2012 nos trará coisas positivas nesse campo profissional e, com certeza, ele fechará esse ano com um bom emprego e um bom salário!!! Tudo caminha para isso e estamos correndo atrás com muita fé, é claro, mas também com os pés no chão.
Por hoje é só. Se 2012 nos trouxer metade das conquistas que estamos desejando/prevendo, já estamos super no lucro!
Seja benvindo 2012! (E nem pensar em acreditar nessa história boba de que o mundo vai acabar nesse ano)
=D
Devaneios à parte, minha vida em 2012 só deve começar pra valer lá pro meio do mês. Começarão as aulas na faculdade (disciplinas de férias para cobrir os "buracos", já que durante o semestre sempre falta professor afff) e, provavelmente, começarei também o meu estágio à noite, para cumprir a disciplina de estágio supervisionado. Ai, só de pensar já fico cansada, tomara que eu dê conta! rs
Estou mais preguiçosa que o normal e creio que isso seja por conta do ritmo de final de ano, eu ainda fui inventar de tirar uma semaninha de férias e isso só me fez ficar com mais preguiça no retorno ao trabalho rsrs. Eu gosto do meu trabalho e da empresa mas, meu sonho mesmo era poder ficar em casa cuidando da (futura) cria. Não sei se isso será possível pois o salário do maridão precisará ser o suficiente para manter uma vida digna. Se eu engravidasse hoje, seria impossível que eu largasse o emprego para vivermos só com o salário dele. Porém, mesmo que ele esteja ganhando super bem, não será uma decisão fácil sair do meu trabalho. É porque eu tenho a ideia de ficar em casa com a cria por, no máximo, três anos e depois retornar ao mercado de trabalho, nem que seja aos poucos. O problema é que o meu emprego atual é muito bom, paga relativamente bem, tem muitos benefícios, uma ótima estabilidade e grandes chances de crescimento. Daí que tenho medo de abandonar isso tudo e depois não conseguir nada semelhante. Tenho receio de que, após vários anos parada, e estando mais "velha" (velha o escambal, não terei nem 30 anos rs) eu não consiga um emprego tão bom. Claro que esse stop na carreira seria por uma causa muitíssimo nobre, a criação do meu filho, mas fico tentando buscar um meio termo, um ponto de equilíbrio, porque, obviamente que me colocarei em segundo plano, mas não posso esquecer completamente de mim quando for mãe! Até porque, uma mãe infeliz em outras áreas da vida (amorosa, profissional etc) vai deixar isso invadir a sua área materna, pois mais que ela tente evitar e a criança vai ser atingida por isso!
Essa minha discussão interna dá pano pra manga e, felizmente, eu ainda tenho tempo para pensar e tentar ajeitar tudo isso, visto que nem engravidei ainda (e continuo prevenindo). Para largar o AC de maneira consciente, preciso que todas essas lacunas estejam pelo menos encaminhadas ao preenchimento, para não passar sufoco depois. Uma das alternativas de "equilíbrio" seria trabalhar em meio período ou por, no máximo, seis horas diárias. Mas eu não sei se aqui nessa empresa eu conseguiria isso. Aqui a jornada é mega flexível, muitas pessoas até trabalham de casa, mas isso é para os outros cargos. Meu cargo é de secretária e isso pede minha presença no escritório. Nem todas as minhas ações podem ser feitas de casa, muitas são estritamente presenciais. Teria que conversar abertamente com meu chefe (que, graças a Deus, é bem compreensivo) e ver que solução poderíamos arrumar para isso. Enfim, mas isso é papo para bem depois, quando eu já tiver engravidado, parido e cumprido (quase) toda a licença maternidade (que, thanks God, aqui é de 6 meses!).
Meu Amore tem feito umas entrevistas e umas inscrições para concursos, estamos muito confiantes de que esse ano de 2012 nos trará coisas positivas nesse campo profissional e, com certeza, ele fechará esse ano com um bom emprego e um bom salário!!! Tudo caminha para isso e estamos correndo atrás com muita fé, é claro, mas também com os pés no chão.
Por hoje é só. Se 2012 nos trouxer metade das conquistas que estamos desejando/prevendo, já estamos super no lucro!
Seja benvindo 2012! (E nem pensar em acreditar nessa história boba de que o mundo vai acabar nesse ano)
=D
sábado, 31 de dezembro de 2011
Adeus 2011
Bom, eu nem ia fazer post de final de ano, mas aí pensei: "poxa, já estou há mais de uma semana sem aparecer no blog, agora sóóóó ano que vem (A dramática-exagerada kkk) ???
Enfim, resolvi passar aqui só pra deixar registrado meu estado de espírito nesse último dia do ano, afinal, para mim, o intuito do blog é esse, registrar as coisas para que eu possa consultar futuramente.
Recapitulando as questões dos últimos posts: o vestido que encomendei pela net para ir à festa não ficou muito bom. Quer dizer, é bonitinho e não caiu tão mal no meu corpo, mas o tecido é mais simples do que eu imaginava e daí acabou que não fiquei tão formal quanto a festa pedia. Paciência, já tinha gasto meu rico dinheirinho nele e não dava pra comprar outro, até porque, nem dava tempo. Fui com ele mesmo e olha que não fiz feio. A maioria das pessoas não estava elegantérrima, tava tipo eu mesmo. É que fazia tanto tempo que eu não ia nesse tipo de festa, que nem sei mais como funcionam essas "regrinhas" de vestimenta e etc kkkk
De Natal foi tudo bem. Fomos passar com a minha família mas não demoramos muito porque temos o costume de dormir cedo. Poxa, maridinho ficou com um mau humor que beirava o insuportável, ele é meio avesso a essas confraternizações familiares sabe, mas não imaginei que ele ia ficar tão azedo. Fica a lição para os próximos anos, terei que decidir se deixo ele em casa sozinho ou se faço uma pequena ceia só para nós dois em casa e largo toda a minha família decepcionada comigo. Minha família é muito numerosa e ao mesmo tempo muito unida e festeira, eles ficam muito chateados quando alguém "fura", principalmente se for no Natal e por um motivo bobo (ficar em casa de bobeira). Fico imaginando como será quando não formos só nós dois, quando já tivermos um baby e eu quiser que ele participe das festividades da minha família. Poxa, ficarei pra cima e pra baixo sozinha com meu baby, feito uma mãe solteira, enquanto meu marido bicho-do-mato-antissocial fica em casacoçando ? Espero que, com a chegada de um filho, ele mude de comportamento nesse aspecto pois isso é algo que observo em vários homens, depois de se tornarem pais, eles mudam muito! Tudo bem, alguns não mudam nada e outros mudam pra pior, mas a maioria, pelo menos dos que eu vejo, mudam pra melhor! Se tornam mais companheiros, mais prestativos, mais amorosos, mais sociáveis, mais simpáticos, mais carinhosos, mais generosos, entre outros... Tomara que aqui em casa seja assim! rsrsrsrs
Sobre o ano que vai embora... Bom, 2011 foi um ano bom para mim, muito bom. Eu e meu amor fomos morar juntos em 27/12/2010, ou seja, foi em 2011 que passamos efetivamente a nos conhecer no dia a dia, a ter essa vidinha de marido e mulher, a nos familiarizarmos com essa vida, com esse cotidiano e a harmonizar nossa convivência, experimentando novas coisas e encaixando nossas personalidades e temperamentos para fazer tudo dar certo. E o saldo foi muito positivo! Tivemos momentos maravilhosos, recheados de muito amor, compreensão, lealdade... Incluo aí também os momentos de "tensão", digamos assim. Claro que já discordamos muitas vezes e já tivemos conversas mais sérias por conta disso, mas, graças a Deus, aqui sempre reinou o respeito. Nunca levantamos a voz um para o outro, nunca nos agredimos (nem fisica ou verbalmente). Posso dizer que todos esses momentos serviram e muito para nos fazer crescer, como pessoas e como casal, para equilibrar nosso relacionamento, para nos guiar até onde estamos hoje, nesse caminho de amor, que constitui uma relação saudável e próspera. Espero que em 2012 continuemos assim, melhorando cada vez mais!
Tenho certeza de que nossa vida ficará mais estável em 2012 mas não sei ainda se será a hora certa para engravidar. Provavelmente terá de ficar para 2013. É que 2012 nem nasceu e já promete ser um ano muito atribulado. Terei de focar totalmente no final da faculdade (300 horas de estágio supervisionado, TCC, 4 disciplinas obrigatórias), tudo em apenas 1 ano! Ou seja, será um ano cansativo e que não me garantiria uma gravidez tranquila, como desejo. Daí penso em 2013. Será o primeiro ano em que estarei finalmente livre da faculdade. O primeiro ano em que poderei curtir totalmente, estarei apenas trabalhando, sem a parte da noite ocupada e com o salário melhor. Será que não seria mais sensato aproveitar esse ano o máximo possível, tirar férias e fazer uma boa viagem, a última como casal? Mas ao mesmo tempo eu penso: adiar por mais tempo? Será que eu aguento essa obsessão gravídica até lá? Será que ter um filho é realmente deixar de aproveitar a vida? Será que viagens só são boas sem filhos? Enfim, são muitos "serás" e não tem como responder a essas perguntas sem efetivamente viver tudo isso, ou seja, só verei como é, quando o dia chegar.
Mas meu lema é esse: nesse quesito ter ou não ter (um filho agora), enquanto houver 1% de dúvida, de nada valem os 99% de certeza.
E que venha 2012! Vem com tudo!
Feliz Ano Novo a todos.
Enfim, resolvi passar aqui só pra deixar registrado meu estado de espírito nesse último dia do ano, afinal, para mim, o intuito do blog é esse, registrar as coisas para que eu possa consultar futuramente.
Recapitulando as questões dos últimos posts: o vestido que encomendei pela net para ir à festa não ficou muito bom. Quer dizer, é bonitinho e não caiu tão mal no meu corpo, mas o tecido é mais simples do que eu imaginava e daí acabou que não fiquei tão formal quanto a festa pedia. Paciência, já tinha gasto meu rico dinheirinho nele e não dava pra comprar outro, até porque, nem dava tempo. Fui com ele mesmo e olha que não fiz feio. A maioria das pessoas não estava elegantérrima, tava tipo eu mesmo. É que fazia tanto tempo que eu não ia nesse tipo de festa, que nem sei mais como funcionam essas "regrinhas" de vestimenta e etc kkkk
De Natal foi tudo bem. Fomos passar com a minha família mas não demoramos muito porque temos o costume de dormir cedo. Poxa, maridinho ficou com um mau humor que beirava o insuportável, ele é meio avesso a essas confraternizações familiares sabe, mas não imaginei que ele ia ficar tão azedo. Fica a lição para os próximos anos, terei que decidir se deixo ele em casa sozinho ou se faço uma pequena ceia só para nós dois em casa e largo toda a minha família decepcionada comigo. Minha família é muito numerosa e ao mesmo tempo muito unida e festeira, eles ficam muito chateados quando alguém "fura", principalmente se for no Natal e por um motivo bobo (ficar em casa de bobeira). Fico imaginando como será quando não formos só nós dois, quando já tivermos um baby e eu quiser que ele participe das festividades da minha família. Poxa, ficarei pra cima e pra baixo sozinha com meu baby, feito uma mãe solteira, enquanto meu marido bicho-do-mato-antissocial fica em casa
Sobre o ano que vai embora... Bom, 2011 foi um ano bom para mim, muito bom. Eu e meu amor fomos morar juntos em 27/12/2010, ou seja, foi em 2011 que passamos efetivamente a nos conhecer no dia a dia, a ter essa vidinha de marido e mulher, a nos familiarizarmos com essa vida, com esse cotidiano e a harmonizar nossa convivência, experimentando novas coisas e encaixando nossas personalidades e temperamentos para fazer tudo dar certo. E o saldo foi muito positivo! Tivemos momentos maravilhosos, recheados de muito amor, compreensão, lealdade... Incluo aí também os momentos de "tensão", digamos assim. Claro que já discordamos muitas vezes e já tivemos conversas mais sérias por conta disso, mas, graças a Deus, aqui sempre reinou o respeito. Nunca levantamos a voz um para o outro, nunca nos agredimos (nem fisica ou verbalmente). Posso dizer que todos esses momentos serviram e muito para nos fazer crescer, como pessoas e como casal, para equilibrar nosso relacionamento, para nos guiar até onde estamos hoje, nesse caminho de amor, que constitui uma relação saudável e próspera. Espero que em 2012 continuemos assim, melhorando cada vez mais!
Tenho certeza de que nossa vida ficará mais estável em 2012 mas não sei ainda se será a hora certa para engravidar. Provavelmente terá de ficar para 2013. É que 2012 nem nasceu e já promete ser um ano muito atribulado. Terei de focar totalmente no final da faculdade (300 horas de estágio supervisionado, TCC, 4 disciplinas obrigatórias), tudo em apenas 1 ano! Ou seja, será um ano cansativo e que não me garantiria uma gravidez tranquila, como desejo. Daí penso em 2013. Será o primeiro ano em que estarei finalmente livre da faculdade. O primeiro ano em que poderei curtir totalmente, estarei apenas trabalhando, sem a parte da noite ocupada e com o salário melhor. Será que não seria mais sensato aproveitar esse ano o máximo possível, tirar férias e fazer uma boa viagem, a última como casal? Mas ao mesmo tempo eu penso: adiar por mais tempo? Será que eu aguento essa obsessão gravídica até lá? Será que ter um filho é realmente deixar de aproveitar a vida? Será que viagens só são boas sem filhos? Enfim, são muitos "serás" e não tem como responder a essas perguntas sem efetivamente viver tudo isso, ou seja, só verei como é, quando o dia chegar.
Mas meu lema é esse: nesse quesito ter ou não ter (um filho agora), enquanto houver 1% de dúvida, de nada valem os 99% de certeza.
E que venha 2012! Vem com tudo!
Feliz Ano Novo a todos.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Tentando equilibrar-me
Estou me sentindo bem! Sei lá, acho que quando tenho muita coisa pra ocupar minha cabeça, pra me distrair, eu acabo desencanando um pouco da "obsessão gravídica" e me sinto leve, feliz! Será que me problema é ócio demais?! hahahaha Impossível, eu já ocupo meu tempo praticamente todo! Trabalho o dia inteiro, estudo à noite e ainda faço curso de inglês aos sábados... Só me sobra o domingo pra descansar um bocadinho.
Fiquei analisando essa questão pra tentar descobrir COMO e AONDE eu encaixo esse obsessão gravídica na minha rotina atribulada. E COMO isso não me convence a adiar de uma vez por todas os planos de ser mãe, afinal, se a rotina é corrida assim, um filho não terá de mim um bom tempo dedicado, atenção e suporte, itens que considero extremamente necessários!
E foi aí que cheguei à conclusão: eu tenho tempo para obsessão gravídica quando estou no trabalho! Enquanto a maioria das pessoas dão aquela "voada" para entrar no facebook, twitter e afins, ou para tomar um café ou para ficar de papo com o colega do outro andar, eu "voo" com a minha obsessão gravídica! Seja na web, através dos blogs e sites especializados, seja fazendo meu planejamento, com minhas infinitas planilhas rsrsrs sim, eu assumo, sou louca. Pensando bem, acho que fico algum tempo por dia "nutrindo" a obsessão gravídica. Estou com medo de isso afetar meu desempenho no trabalho! Porque, se são horas que eu deveria estar trabalhando, enfim, são horas perdidas (no quesito trabalho, porque, no quesito maternidade são horas ganhas hohohoho)
Claro que eu não deixo os prazos passarem. Sei classificar bem minhas tarefas por prioridade e, felizmente, consigo dar conta. Mas eu não queria apenas dar conta, sabe? Talvez, com esse tempo utilizado para "voar" pela obsessão gravídica, eu conseguisse fazer coisas um pouco além do esperado pela chefia, algo diferente, inovador, que chamasse a atenção deles e me colocasse melhor na empresa ou até trouxesse um aumento! Mas não, eu não consigo! Eu não consigo passar um dia sequer sem pensar nisso e daí eu fico meio deprê porque eu penso assim: pô, a maioria das mulheres "curte" sua vida de solteira, depois de casada junto com o maridón, tudo isso sem sequer pensar (pelo menos não do jeito que eu penso) em filhos. Daí, depois de alguns anos eles decidem aumentar a família e a mulher (pq o homem, ainda, nem tanto) fica imersa nesse universo materno, sabendo que isso é por muuuuuiiito tempo, quiçá, para sempre! Daí eu, essa anta de galochas, já estou "imersa" há muito tempo! Conclusão: minha vida praticamente inteira vai ser imersa na maternidade! Antes de ser mãe e sendo mãe! O que eu curti? O que eu aproveitei? Quais as loucuras que fiz na vida sem filhos? Fiquei pesquisando e planejando os filhos?! OMG!
Mas aí eu também paro pra pensar no seguinte: esse negócio de curtir é muito relativo! O que é curtir pra mim? Talvez, aquilo que me faça mais feliz, aquilo que esteja na minha categoria de "curtir" seja realmente uma vida com filhos! Enquanto para uns curtir é dançar a noite toda, tomar um porre, saltar de bungee-jump, viajar de mochilão, namorar/ficar com vários, sexo sem compromisso, alimentação maluca, acordar ao meio-dia etc e tal... para mim, curtição é uma vida tranquila, mansinha! Adoro caminhar na praia/orla, ir ao cinema, jantar fora (às vezes, não constantemente), viajar (destinos tranquilos e não mto longínquos), piquenique, passear em parques e jardins etc e tal. Claro que com criança a vida não é uma maré mansa! Tem imprevistos, birras, teimosias, choros, contrariedades, enfim, nem tudo sai como o planejado! Mas também tenho certeza que tem muita coisa boa, se não, ninguém faria filhos! ahauaha E nem repetiria o "erro" (tendo mais filhos depois de ver como foi). Tenho certeza de que também terei muitos sorrisos, gargalhadas, declarações, abraços, beijos, fofuras e olhinhos brilhando! E isso fará tudo valer a pena!
Acho que tudo o que eu preciso mesmo é equilíbrio... acertar essas "equações" e viver com a certeza de que tudo tem seu tempo e meu tempo vai chegar! E, quando chegar, com certeza eu vou sentir!
PS: mais tarde ou amanhã eu volto para falar/mostrar o resultado da saga "vestido para festa - relato de uma desesperada" rs
Fiquei analisando essa questão pra tentar descobrir COMO e AONDE eu encaixo esse obsessão gravídica na minha rotina atribulada. E COMO isso não me convence a adiar de uma vez por todas os planos de ser mãe, afinal, se a rotina é corrida assim, um filho não terá de mim um bom tempo dedicado, atenção e suporte, itens que considero extremamente necessários!
E foi aí que cheguei à conclusão: eu tenho tempo para obsessão gravídica quando estou no trabalho! Enquanto a maioria das pessoas dão aquela "voada" para entrar no facebook, twitter e afins, ou para tomar um café ou para ficar de papo com o colega do outro andar, eu "voo" com a minha obsessão gravídica! Seja na web, através dos blogs e sites especializados, seja fazendo meu planejamento, com minhas infinitas planilhas rsrsrs sim, eu assumo, sou louca. Pensando bem, acho que fico algum tempo por dia "nutrindo" a obsessão gravídica. Estou com medo de isso afetar meu desempenho no trabalho! Porque, se são horas que eu deveria estar trabalhando, enfim, são horas perdidas (no quesito trabalho, porque, no quesito maternidade são horas ganhas hohohoho)
Claro que eu não deixo os prazos passarem. Sei classificar bem minhas tarefas por prioridade e, felizmente, consigo dar conta. Mas eu não queria apenas dar conta, sabe? Talvez, com esse tempo utilizado para "voar" pela obsessão gravídica, eu conseguisse fazer coisas um pouco além do esperado pela chefia, algo diferente, inovador, que chamasse a atenção deles e me colocasse melhor na empresa ou até trouxesse um aumento! Mas não, eu não consigo! Eu não consigo passar um dia sequer sem pensar nisso e daí eu fico meio deprê porque eu penso assim: pô, a maioria das mulheres "curte" sua vida de solteira, depois de casada junto com o maridón, tudo isso sem sequer pensar (pelo menos não do jeito que eu penso) em filhos. Daí, depois de alguns anos eles decidem aumentar a família e a mulher (pq o homem, ainda, nem tanto) fica imersa nesse universo materno, sabendo que isso é por muuuuuiiito tempo, quiçá, para sempre! Daí eu, essa anta de galochas, já estou "imersa" há muito tempo! Conclusão: minha vida praticamente inteira vai ser imersa na maternidade! Antes de ser mãe e sendo mãe! O que eu curti? O que eu aproveitei? Quais as loucuras que fiz na vida sem filhos? Fiquei pesquisando e planejando os filhos?! OMG!
Mas aí eu também paro pra pensar no seguinte: esse negócio de curtir é muito relativo! O que é curtir pra mim? Talvez, aquilo que me faça mais feliz, aquilo que esteja na minha categoria de "curtir" seja realmente uma vida com filhos! Enquanto para uns curtir é dançar a noite toda, tomar um porre, saltar de bungee-jump, viajar de mochilão, namorar/ficar com vários, sexo sem compromisso, alimentação maluca, acordar ao meio-dia etc e tal... para mim, curtição é uma vida tranquila, mansinha! Adoro caminhar na praia/orla, ir ao cinema, jantar fora (às vezes, não constantemente), viajar (destinos tranquilos e não mto longínquos), piquenique, passear em parques e jardins etc e tal. Claro que com criança a vida não é uma maré mansa! Tem imprevistos, birras, teimosias, choros, contrariedades, enfim, nem tudo sai como o planejado! Mas também tenho certeza que tem muita coisa boa, se não, ninguém faria filhos! ahauaha E nem repetiria o "erro" (tendo mais filhos depois de ver como foi). Tenho certeza de que também terei muitos sorrisos, gargalhadas, declarações, abraços, beijos, fofuras e olhinhos brilhando! E isso fará tudo valer a pena!
Acho que tudo o que eu preciso mesmo é equilíbrio... acertar essas "equações" e viver com a certeza de que tudo tem seu tempo e meu tempo vai chegar! E, quando chegar, com certeza eu vou sentir!
PS: mais tarde ou amanhã eu volto para falar/mostrar o resultado da saga "vestido para festa - relato de uma desesperada" rs
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Soluções
Bom, claro que nem tudo se solucionou como num passe de mágica, afinal, minha vida não é nenhum conto de fadas! E que bom que não é!
Quanto ao estágio supervisionado, não tem jeito, vou ter que acumular mais trabalho mesmo. Além das 9 horas que passo na empresa que me emprega, vou ter que utilizar o período noturno para acumular as horinhas de estágio. A má notícia é que farei duas disciplinas nas férias de janeiro, o que vai ocupar praticamente todas as minhas noites, ou seja, vai ficar meio complicado de arrumar tempo pra fazer os dois. Uma solução seria "matar" boa parte das aulas, porém, já fiquei sabendo que os professores que ministrarão as disciplinas são os "chatinhos cobradores de presença" rsrsrs. A boa notícia é que meu Amore já conseguiu um estágio noturno pra mim, perto de casa, com esquema de horário flexível. Só me resta conseguir conciliar tudo! Seja o que Deus quiser!
Sobre a roupa da festa: resolvi arriscar pois o plano inicial deu errado. Eu tinha combinado com minha adorável irmã que ela viesse à minha casa na sexta-feira trazendo alguns vestidos que ela tem em casa para que eu experimentasse e escolhesse algum, caso me servisse. Acontece que, a cabeça de vento, veio e esqueceu os vestidos!!! Aff.... E como ela mora longe, não dava pra voltar e pegar. Portanto, deletei esse plano. No sábado pela manhã, resolvi abstrair da certeza de que o comércio estaria um inferno dada a proximidade do Natal, e me aventurei por algumas lojas em busca de uma roupa decente e que não custasse um rim. Também não deu certo, tudo feio ou caro, ou ambos.
Então parti pro plano C (visto que nem o B funcionou)! Encontrei um vestido bonitinho na internet, preço razoável (em comparação ao que eu andei vendo, esse estava até barato: R$90,00). Só que o vestido era feito sob encomenda e estava muito em cima da hora. Falei com a dona da confecção e ela, uma fofa toda vida, me atendeu super bem e me prometeu encaixar meu pedido em sua maratona "pré-natal" (não, ela não está grávida rs). E, pra melhorar mais ainda, ela está na mesma cidade que eu! (ok, o bairro é meio distante,mas nada que um maridinho de férias não possa resolver kkkk). Então me isentei do frete e do atraso certo dos Correios nessa época e vou mandar o maridex buscar o vestido em mãos. Os prós são muitos mas os contras também existem né. Estou comprando algo sem ver nem experimentar, portanto, é um tiro no escuro! Existe o risco de chegar no dia D, leia-se quinta-feira, véspera da festa, eu colocar o vestido e ficar uma verdadeira bosta! rsrs E aí?! Sento e choro?! Pode acontecer também do tecido não ser como imaginei, de ficar largo, apertado, curto, comprido, brega, vulgar, desarrumada, jeca, sei lá! Enfim, vou correr o risco. Quinta-feira venho aqui contar o resultado da possível desgraça ou redenção rsrsrs.
Segue uma foto do dito cujo. Assim, fora do meu corpodesproporcional, parece perfeito. kkkkkkkk
Quanto ao estágio supervisionado, não tem jeito, vou ter que acumular mais trabalho mesmo. Além das 9 horas que passo na empresa que me emprega, vou ter que utilizar o período noturno para acumular as horinhas de estágio. A má notícia é que farei duas disciplinas nas férias de janeiro, o que vai ocupar praticamente todas as minhas noites, ou seja, vai ficar meio complicado de arrumar tempo pra fazer os dois. Uma solução seria "matar" boa parte das aulas, porém, já fiquei sabendo que os professores que ministrarão as disciplinas são os "chatinhos cobradores de presença" rsrsrs. A boa notícia é que meu Amore já conseguiu um estágio noturno pra mim, perto de casa, com esquema de horário flexível. Só me resta conseguir conciliar tudo! Seja o que Deus quiser!
Sobre a roupa da festa: resolvi arriscar pois o plano inicial deu errado. Eu tinha combinado com minha adorável irmã que ela viesse à minha casa na sexta-feira trazendo alguns vestidos que ela tem em casa para que eu experimentasse e escolhesse algum, caso me servisse. Acontece que, a cabeça de vento, veio e esqueceu os vestidos!!! Aff.... E como ela mora longe, não dava pra voltar e pegar. Portanto, deletei esse plano. No sábado pela manhã, resolvi abstrair da certeza de que o comércio estaria um inferno dada a proximidade do Natal, e me aventurei por algumas lojas em busca de uma roupa decente e que não custasse um rim. Também não deu certo, tudo feio ou caro, ou ambos.
Então parti pro plano C (visto que nem o B funcionou)! Encontrei um vestido bonitinho na internet, preço razoável (em comparação ao que eu andei vendo, esse estava até barato: R$90,00). Só que o vestido era feito sob encomenda e estava muito em cima da hora. Falei com a dona da confecção e ela, uma fofa toda vida, me atendeu super bem e me prometeu encaixar meu pedido em sua maratona "pré-natal" (não, ela não está grávida rs). E, pra melhorar mais ainda, ela está na mesma cidade que eu! (ok, o bairro é meio distante,
Segue uma foto do dito cujo. Assim, fora do meu corpo
Eu amei essa cor, mas como ela só tinha preto e eu já fui abusando estava com mega-pressa, topei na cor preta mesmo! Acho que vai ficar bom, preto é um coringa e ainda emagrece kkkk
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Curtas...
Estou na correria, portanto, infelizmente não está dando pra fazer um post decente. Só queria deixar registrado que:
- Estou quase me descabelando após uma reunião ocorrida na última segunda-feira, na minha faculdade. Fiquei sabendo que não tem jeito: terei de trabalhar feito uma escrava voluntariamente em alguma biblioteca no meu super escasso tempo livre para conseguir me formar (quero matar quem inventou a disciplina estágio supervisionado);
- Estou quase desistindo de ir à uma festa de 15 anos para a qual fui convidada. Vai sair mais caro do que uma pequena viagem! rsrs Sem exageros... Esqueceram de me contar quando foi que vestidos de festa passaram a custar um rim!!! E ainda tem a roupa do Amore. E ainda tem o presente da aniversariante!!! Aff... acho que não vai dar. Dá pra acreditar que vi um vestido por R$298,00???? Cara, tem alguma coisa errada com o mundo ou sou eu? O mais barato que achei, foi em loja de departamento, na Riachuelo, e mesmo assim estava R$159,90?! Quando foi que dormi e não vi essas coisas aumentarem desse jeito? Sou da época em que lojas de departamento eram sinônimos de preços populares de verdade! Quase duzentas pila num vestido ainda é uma facada enorme para mim (e olha que consegui a sandália emprestada!).
Acho que isso é culpa do meu total não consumismo! rsrs Tem muito tempo que não compro roupa... Quer dizer, eu até compro mas é roupa pra trabalhar ou roupa bem básica, pro dia a dia. E tudo MUITO barato! Nunca dei mais de R$70,00 numa única peça de roupa (e olha que era um calça jeans, porque se for blusa, R$70,00 tá muito caro!).
E agora, quem poderá me defender?! rsrs
Sábado tenho a difícil missão de sair à busca do bendito vestido "perfeito" (bom, bonito, barato). Pensa no inferno: eu me enfiando no comércio popular, num calor do cão, no último final de semana antes do Natal? Ai meu Deus, dai-me muita força e paciência!
Fui-me.
- Estou quase me descabelando após uma reunião ocorrida na última segunda-feira, na minha faculdade. Fiquei sabendo que não tem jeito: terei de trabalhar
- Estou quase desistindo de ir à uma festa de 15 anos para a qual fui convidada. Vai sair mais caro do que uma pequena viagem! rsrs Sem exageros... Esqueceram de me contar quando foi que vestidos de festa passaram a custar um rim!!! E ainda tem a roupa do Amore. E ainda tem o presente da aniversariante!!! Aff... acho que não vai dar. Dá pra acreditar que vi um vestido por R$298,00???? Cara, tem alguma coisa errada com o mundo ou sou eu? O mais barato que achei, foi em loja de departamento, na Riachuelo, e mesmo assim estava R$159,90?! Quando foi que dormi e não vi essas coisas aumentarem desse jeito? Sou da época em que lojas de departamento eram sinônimos de preços populares de verdade! Quase duzentas pila num vestido ainda é uma facada enorme para mim (e olha que consegui a sandália emprestada!).
Acho que isso é culpa do meu total não consumismo! rsrs Tem muito tempo que não compro roupa... Quer dizer, eu até compro mas é roupa pra trabalhar ou roupa bem básica, pro dia a dia. E tudo MUITO barato! Nunca dei mais de R$70,00 numa única peça de roupa (e olha que era um calça jeans, porque se for blusa, R$70,00 tá muito caro!).
E agora, quem poderá me defender?! rsrs
Sábado tenho a difícil missão de sair à busca do bendito vestido "perfeito" (bom, bonito, barato). Pensa no inferno: eu me enfiando no comércio popular, num calor do cão, no último final de semana antes do Natal? Ai meu Deus, dai-me muita força e paciência!
Se eu achasse qualquer um desses, por menos de R$100,00, já estava perfeito! (só não gostei muito dos brilhos no roxo rsrs)
Fui-me.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
O castelo de cartas
Pois é, ele caiu. Percebi que eu estava construindo todo esse meu ideal de maternidade, de família feliz, numa base muito frágil. Era um simples castelo de cartas e, com o mais fraco dos ventos, ele veio abaixo.
Olhando para trás, penso como eu posso ter sido tão boba, tão inocente? Eu estava planejando tudo sozinha e não tinha me dado conta. Vez ou outra eu comentava alguma coisa com o marido e, como eu já mencionei aqui, recebia algo no efeito "morde e assopra", ou seja, ele falava algo que agradava muito e logo depois falava alguma besteira meio "ogra". Claro que eram brincadeiras, mas não eram coisinhas à toa, eram a mensagem que eu devia ter captado. Eram os sinais que diziam que tinha alguma coisa errada ali, que ele estava querendo me dizer que não estava pronto.
Após inúmeras tentativas "sutis" de passar a mensagem sem sucesso, creio eu que, foi identificada a necessidade de ser mais direto. Foi então que, hoje pela manhã, após uma conversa meio "acalorada" sobre nossas divergências na criação de um filho, eu escuto essa, sem tirar nem por: "Não vejo nenhuma utilidade em ter um filho".
Desabei, fiquei muito triste, mas logo vi que, o tempo todo, a tola fui eu. Isso já estava claro desde o princípio. Por via das dúvidas, perguntei, só pra não dizerem que eu inferi algo: "Então quer dizer que, você só tem concordado com o assunto, você só vai ter o filho, no futuro, para me agradar? E ouvi um sono "Sim".
Isso pode até satisfazer algumas mulheres desesperadas pela maternidade, mas a mim não. Para mim não é suficiente um cara topar ter um filho comigo só para me ver feliz. Sei que isso nunca vai dar certo e, mais dia menos dia, vamos ser francos, vai culminar numa separação. Quero um parceiro de vida, um cara que se una a mim nos grandes objetivos da vida e siga pela estrada, mirando aquele alvo, com a mesma garra, a mesma vontade, a mesma paixão. Sei que temos nossas individualidades, como os objetivos profissionais, pessoais e etc, porém, um filho JAMAIS pode ser tido comoum objetivo pessoal, é uma realização do casal e se não for encarada dessa forma, como já disse anteriormente, dificilmente dará certo, dificilmente a relação resistirá a esse "abalo sísmico" que é a chegada de um filho se os dois não estiverem igualmente engajados nesse projeto.
Para mim não basta o fato de que para ele "não fede nem cheira" ter um filho. Seria a mesma coisa que comprar um vaso decorativo que eu amei e para ele não faz diferença? Um filho não é um objeto e jamais será imperceptível para um casal, jamais. Ele entra com tudo, rouba a cena, muda nossas vidas para sempre, não existe essa de "não faz a menor diferença para mim". Ou quer ou não quer!!! E creio que, se for pra analisar bem,ele está mais para o não quer.
Muita gente pode dizer assim: "Ah, mas o marido da fulana também era assim, aliás, até dizia que não queria ser pai, dizia que abominava crianças. E foi só a esposa engravidar que o cara mudou da água pro vinho. E quando o bebê nasceu, nossa, virou um paizão!". Sim, eu sei que esses casos são possíveis e não são raros também. Mas eu vou arriscar? Vou lá, na encolha, "enganar" o meu marido com o AC, engravidar "por acidente" e ver o que acontece? Ah, me desculpe, mas prefiro continuar na dúvida do que querer tirar a prova dos nove envolvendo uma vida inocente.
Concluindo, o plano de "engravidamento", por enquanto, está suspenso. Mas não vamos ter isso como definitivo, lá em casa é assim mesmo, parece até a vinheta da Band News: "em vinte minutos, tudo pode mudar".
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